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72 - Setembro / Outubro 2018 | ANO 12
Reinauguração
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Seminário sobre Saúde e Segurança do Trabalho no
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JURÍDICO / TÉCNICO AMBIENTAL
Liderança sustentável:
desafios para um cenário
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Fernando Garcez
OAB/RS 69.356
Negociação, Convenção, Acordo e
Dissídio Coletivo do Trabalho
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REINTEGRA E DESONERAÇÃO DA FOLHA DE SALÁRIOS:
recentes processos judiciais movidos pelo SINDIMETAL
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MERCADO
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mercado
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VITRINE
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Espaço SINDIMETAL 72

Conselhos Consultivos Unificados SESI e SENAI empossados no SINDIMETAL RS

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Espaço SINDIMETAL 72

  1. 1. 72 - Setembro / Outubro 2018 | ANO 12 Reinauguração do 12º Andar - 05 Banco de Alimentos VS – 10 anos - 06 Seminário eSocial - 10 CCV Industrial - 16 07, 08 e 09 Conselhos Consultivos Unificados SESI e SENAI empossados no SINDIMETAL RS Crédito:DuduLeal
  2. 2. S ustentabilidade, segundo Gro Harlem Brundtland, “significa suprir as necessidades do presente, sem alterar as necessida- des das gerações futuras de suprir as próprias necessidades”. A sociedade está inserida em um contexto social e econômico mui- to dinâmico, que demanda cada vez mais recursos e meios, que promovam o seu bem-estar, educação, saúde, segurança, traba- lho, urbanização, mobilidade e estilo de vida, atendendo assim um equilíbrio social. É fato, que este modelo de sociedade, assim como o crescimento populacional, traz consigo grandes desafios, neces- sários para equilibrar esta equação junto à sustentabilidade, ga- rantindo a qualidade de vida das gerações futuras. Embora o tema tenha amplitude, cabe ressaltar, no que tange aos recursos naturais, que a humanidade consome anualmente 1,7 vezes o que o planeta Terra tem condições de repor, ou seja, geramos um déficit anual de 0,7 no globo terrestre. Felizmente, com a crescente importância das fontes de Big Data e sua confiabilidade no estudo dos atuais processos de desenvolvi- mento urbano, surgem novas possibilidades no planejamento ur- bano das cidades ou regiões, através da análise do comportamento humano. Avaliando de forma mais específica a relação entre sustentabilidade e consumo, chegamos a evidente conclusão de que somos indu- zidos a consumir em excesso. Renovamos nossos bens com mais frequência que no passado, seja por razões tecnológicas, design, moda, tendência ou necessidade cotidiana. Basta relembrar o pas- sado para perceber com que periodicidade nossos pais trocavam aparelhos de televisão; o carro; ou compravam um vestuário novo. Provavelmente, era fato raro. Literalmente vivemos em uma dinâ- mica muito acelerada. Este fator é fortemente influenciado pela facilidade de acesso às informações, bem como as interações diá- rias, que geram um círculo vicioso, impulsionando a necessidade de consumir. Este cenário, ou roda viva, submete as empresas a um constante aprimoramento dos seus métodos produtivos. Desafia a forma de gestão, inovando em todas as direções. Afinal, no mundo globali- zado, temos um ambiente altamente competitivo, que exige uma capacidade adaptativa e um redirecionamento de ações de forma muito rápida e flexível. Posta esta análise ou reflexão, é primordial a inclusão e priorização da palavra sustentabilidade em nossos mo- delos de gestão, assim como há alguns anos esteve em evidência a certificação ISO. AVANÇOS - A modernização digital nas empresas, através da Indús- tria 4.0, automação e não dependência humana com o uso da ro- botização e da inteligência artificial nos processos, avança a passos largos. Sem chances de recuar, é cada vez mais necessária. Porém, aliada a isto, é imprescindível que a sustentabilidade esteja presen- te no nosso dia a dia e inserida nestes novos conceitos de gestão, garantindo que seja habitual, bem como contextualizada no pen- samento corporativo. Embora a sustentabilidade tenha abrangência extremamente am- pla, muitas empresas já perceberam claramente seu grau de rele- vância. Do presente para o futuro, vão além de apenas utilizar como um slogan publicitário, promovendo suas marcas, mas dedicam parte do seu orçamento a desenvolver boas práticas, direcionadas aos modelos de produção sustentáveis (mais eficientes em todos os sentidos), além de desenvolver produtos sob este conceito. Os carros elétricos são talvez o exemplo mais evidente disso, ou seja, quem não dispor desta tecnologia, em alguns anos, ou tiver a sus- tentabilidade em sua cartilha de gestão, estará fora do mercado. É importante ressaltar que existe uma forte tendência, que irá va- ler para todas as empresas ou segmentos. Nesta ótica, sustenta- bilidade significará evidência, não uma necessidade, mas sim um pré-requisito, talvez uma credencial, baseada em critérios de ava- liação e homologação para quem sabe obter um selo de empresa sustentável, muito além daquilo que existe atualmente. Nós do SINDIMETAL RS, entidade forte e representativa de uma classe empresarial, que ocupa liderança de ações e métodos aplica- dos à indústria moderna e eficiente, podemos ser porta voz deste assunto. Uma possibilidade é amplificando seu conceito e impor- tância para os nossos pares do meio industrial, assim como junto aos jovens, através de escolas ligadas, por exemplo, aos programas do SESI e SENAI. Ainda que complexo e fora do radar, dadas outras prioridades co- nhecidas, é importante que nossos governantes tenham conheci- mento sobre o assunto e possam incentivar o avanço de práticas sustentáveis em todos os segmentos empresariais e da sociedade. Isto requer cuidado em sua aplicação, por parte do setor público, pois de forma alguma pode dificultar ainda mais o dia a dia das nos- sas empresas, que estão assoberbadas em meio aos complicados requerimentos fiscais atuais. Certamente no Brasil este assunto ainda precisa ser amplamente discutido. O Estado, em todos os seus níveis, necessita revisar as suas ações, visando facilitar o crescimento sustentável das indús- trias, assim como do seu povo e de si próprio, considerando as cres- centes expectativas de consumo. Talvez tenhamos chegado num divisor de águas. Cabe refletir e agir proativamente sobre o tema. Falandosobre Sustentabilidade eConsumo 02 www.sindimetalrs.org.br ponto de vista Vice-PresidentedoSINDIMETALRS Vitor Fabiano Ledur “ “ ... é importante que nossos governantes tenham conhecimento sobre o assunto e possam incentivar o avanço de práticas sustentáveis em todos os segmentos empresariais e da sociedade.
  3. 3. I niciativas especiais marcam essa edição do informativo, que cir- culatrazendonovidades.AcolunaPontodeVista,napágina02, é assinada pelo vice-presidenteVitor Ledur, que destaca o tema SustentabilidadeeConsumo.Napágina04,divulgamosaaplicação de uma pesquisa, que irá auxiliar nas estratégias da entidade em benefício da categoria representada. Na sequência, o projeto Atra- ção de Mão de Obra Jovem para a Indústria, com ações junto à Es- colaTécnicaEstadualFredericoGuilhermeSchmidt,quedemonstra o engajamento das empresas em prol das futuras gerações. A reinauguração do ESPAÇO SINDIMETAL, no 12º andar, no Centro das Indústrias, apresentou um local amplo e bem equipado, que será disponibilizado para locação, dos associados, filiados e condô- minos. Confira mais informações na página 05. Jáse passaramdezanosdesdeainauguraçãodoBancodeAlimen- tos Vale do Sinos, que nasceu com o objetivo de combater a des- nutrição e a obesidade nas instituições, promovendo a saúde. Veja a matéria sobre o assunto, na página 06, que apresenta também a missão empresarial à feira Mercopar, em Caxias do Sul, incluindo visita técnica à empresaTramontina, em Farroupilha. As páginas 07, 08 e 09 registram a cobertura da solenidade de pos- se dos Conselhos Consultivos Unificados SESI e SENAI, que contou com a presença de lideranças regionais e estaduais. Um momen- to de expressiva importância, que mereceu inclusive destaque na capa. A cobertura do Seminário sobre Saúde e Segurança do Trabalho no eSocial, numa ação conjunta do SINDIMETAL RS, SINBORSUL, SINDARTCOURO, SINDIVEST, SINDUSCOM VALES e SESI RS, é apre- sentada na página 10. Vale a pena conferir! Já os artigos Jurídico e Técnico Ambiental, Jurídico Trabalhista e Tributário, que sempre apresentam questões atuais de interesse dos gestores, podem ser lidos nas páginas 11, 12 e 13. Na sequência, o espaço destinado ao Mercado enfatiza, nas pági- nas 14 e 15, as realizações das empresas associadas, que seguem conquistando seus espaços e divulgando boas iniciativas. Encer- rando a edição, na contracapa, registramos a história da empresa CCV, com cinco anos de existência e muitos planos para o futuro. Boa leitura e até a próxima edição! PRESIDENTE Raul Heller VICE-PRESIDENTES ArnoTomasini Leonardo Pedroso Filho Roberto Dauber Sergio de Bortoli Galera Vitor Fabiano Ledur Volker Lübke SECRETÁRIO Roberto Petroll TESOUREIRO UdoWondracek DIRETORES Ademir Luiz Costella Celso Luiz Rodrigues Christine Lange Daniel Carlos Pereira Darlan Geremia Emílio Neuri Haag Jean Carlo Peluso Marcelo Fleck Marcelo Mariani Ronei Feltes Silvino Geremia Thiago Piovesan Valdir Luiz Huning Walter CarlosWetzel CONSELHO FISCAL - TITULARES Luiz Antônio Gonçalves Marcelino Leopoldo Barth Roberto Alexandre Schroer CONSELHO FISCAL - SUPLENTES Pedro Paulo Lamberty Ricardo Kiszewski Rubén Antônio Duarte DELEGADOS REPRESENTANTES JUNTO À FIERGS TITULARES Raul Heller Sergio de Bortoli Galera SUPLENTES Volker Lübke ArnoTomasini DELEGADOS REPRESENTANTES EstânciaVelha/ Dois Irmãos/ Ivoti Marcelino Leopoldo Barth Esteio / Sapucaia do Sul Ademir Luiz Costella Morro Reuter Ronei Feltes São Sebastião do Caí/ Montenegro Vitor Fabiano Ledur Sapiranga Emilio Neuri Haag Vale Real Roberto Petroll Entidade em Movimento SINDIMETAL RS Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico e Eletrônico de São Leopoldo O papel deste informativo é proveniente de árvores de reflorestamento. PRESERVEOMEIOAMBIENTE Rua José Bonifácio, nº 204 - 5º andar - Centro das Indústrias - São Leopoldo/RS - Fone (51) 3590.7700 editorial Diretor Executivo: Valmir Pizzutti Relacionamento Institucional: Andrea Maganha Redação: Jornalista Neusa Medeiros (Mtb 5062) Informativo bimestral Tiragem: 1.800 exemplares Circulação: gratuita e dirigida EdiçãoeProdução:Edição3ComunicaçãoEmpresarialLtda. Gráfica: Impressos Portão Ltda. Fotos: divulgação Trabalhosassinadossãoderesponsabilidadedeseusautores. relacionamento@sindimetalrs.org.br www.sindimetalrs.org.br EXPEDIENTE ÍNDICE DIRETORIA | GESTÃO 2016 - 2018 02 - PONTO DE VISTA 10 - AÇÃO 08 e 09 - INSTITUCIONAL 16 - VITRINE 05 - INSTITUCIONAL 13 - JURÍDICO TRIBUTÁRIO 06 - INSTITUCIONAL / AÇÃO 14 - MERCADO 07 - INSTITUCIONAL 15 - MERCADO / AGENDA 03 - EDITORIAL 11 - JURÍDICO E TÉCNICO AMBIENTAL 04 - INSTITUCIONAL 12 - JURÍDICO TRABALHISTA
  4. 4. 04 A empresa Investigare Comunicação e Pesquisa foi contratada para a aplicação de uma pesquisa, a fim de auxiliar nas estra- tégias da entidade, de forma isenta, com o objetivo de conhe- cer as necessidades e expectativas dos empresários, das empresas associadas e filiadas, em relação às ações desenvolvidas pelo SINDI- METAL RS, em benefício da categoria representada. Com metodologia qualitativa, foram utilizadas duas técnicas: Focus Group e Entrevistas em Profundidade, com uma amostra pré-defini- da. A pesquisa objetiva também verificar a percepção sobre o entendi- mento das ações e propósitos do SINDIMETAL RS, em prol da comu- nidade industrial representada; conhecer as necessidades e expecta- tivas das empresas em relação à área de atuação do sindicato; bem como enfatizar aos empresários a importância da entidade no de- senvolvimento de ações coletivas e articuladoras para as empresas. Alémdisso,temopropósitodeconhecerquaissãoosbenefíciosmais importantes e esperados; entender as principais dificuldades que es- tão inviabilizando os negócios; assim como identificar ações de me- lhorias em relação ao atendimento das necessidades empresariais; e atualizar o perfil das empresas vinculadas à entidade. Em paralelo, foi enviado, dia 21 de setembro, e-mail para as empresas associadas e filiadas para atualização cadastral através da ferramenta iSend. O projeto Atração de Mão de Obra Jovem para a Indústria, com ações junto à Escola Técnica Estadual Frederico Gui- lherme Schmidt, em São Leopoldo, vem sendo colocado em prática pela entidade, com o apoio de diversas empresas. No intuito de auxiliar os alunos nos estudos, no mês de agosto, o gerente de Engenharia Industrial, Alexandre Silva, membro do Grupo Manutenção, fez uma doação, em nome da Gedore, para a coordenadora do curso Técnico em Eletromecânica, Anaí dos Santos, dos seguintes equipamentos: (2) Inversor telemecanique Altivar - 18 - 0,75Kw - 380/460V; (1) Inversor Moeller DV5-322-1K5 - 1,5kw - 230V; (1) Inversor Eaton MMX12AA3D7FO-O - 0,75kw - 230V; (1) Soft starter Telemecanique LH4N112QN7 - 380/415V; (1) CLP LG K7M-Dr14UE - 110/220V; (1) Servo motor Siemens e (1) Osciloscopio Pantec 5120 - 15Mhz. A iniciativa caracteriza a im- portância do ciclo de utilização de equipamentos existentes nas indústrias, que na medida que vão sendo substituídos, podem ain- da ser aproveitados para estudo técnico. 20ª EXPOSCHMIDT – A respectiva feira, que ocorrerá nos dias 09 e 10 de novembro, é uma iniciativa da Escola Frederico Schmidt. A mesma objetiva incentivar os alunos a desenvolverem projetos de pesquisa, que visem despertar o espírito científico e o interesse pela inovação tecnológica, contribuindo assim com o avanço cien- tífico da sociedade, a partir da prática escolar. Nesse sentido, a mostra envolve alunos dos cursos Técnicos de Eletromecânica e Eletrotécnica Integrados ao Ensino Médio, e Téc- nico de Eletromecânica e Eletrotécnica Subsequentes, com a fina- lidade de promover a socialização e a troca de saberes. A Exposch- midt estimula o fortalecimento do conhecimento, através do qual PESQUISA QUALITATIVA Ações beneficiam a Escola Técnica Frederico Schmidt www.sindimetalrs.org.br iNSTITUCIONAl é possível obter um lugar de destaque no cenário tecnológico estadual. Empresas, integrantes de comitês e grupos do SINDIMETAL RS, além de prestigiarem a feira, também estão apadrinhando alguns trabalhos. São elas: Gedore - Reaproveitamento da Borracha do Pneu; Gerdau - Bomba de Calor de Baixo Custo; Grefortec - SS- CVG (Sistema de segurança contra vazamentos de gás); Lamaço - Sistema Mecânico de Pedais para Fisioterapia de Cadeirantes; e Sebras - Horta Automatizada. PERFIL PROFISSIONAL – As gestoras Andressa Gremes Pereira, da Grefortec; e Marli Wondracek, da Alu-Cek, ambas integrantes do comitê Gestão de Pessoas, realizaram no dia 20 de julho, uma palestra para os professores da escola. O tema em pauta foi o perfil profissional, que as empresas estão recrutando. A atividade teve um retorno bastante positivo, sendo que a mesma palestra foi proferida igualmente para os alunos, no dia 17 de outubro, a pedido da direção da escola. Interessados em saber mais sobre o projeto poderão entrar em contato com a entidade, através do fone (51) 3590-7708.
  5. 5. U m espaço amplo e bem equipado está à disposição das empresas associadas e filiadas junto à sede do SINDI- METAL RS, no 12º andar, no Centro das Indústrias. A reinauguração do local ocorreu no dia 31 de agosto e reuniu lideranças empresariais e convidados. Sempre bem utilizado, em virtude das diferentes demandas da entidade, este espaço passou por reformas, consequência dos fortes temporais, que causaram, em 2015, sérios estragos. Com vazamentos nos telhados, ocasionando inundações especial- mente no 12º andar, o local precisou ser interditado, o que in- viabilizou a utilização desde então. O andar teve uma ampla reestruturação sob a responsabilida- de da empresa leopoldense SD Construtora, que fez um estudo para o melhor reaproveitamento do espaço. Assim, a área útil dobrou, acomodando agora 96 pessoas sentadas. Com nova climatização e acústica moderna, incluindo aparelhos de som e imagem mais potentes, o local poderá ser utilizado para con- venções, palestras e reuniões de negócio, além de eventos so- ciais. Também foram refeitos os banheiros e a cozinha está toda equipada. A partir desta data, os critérios para locação do res- pectivo local já podem ser conferidos mediante consulta, junto à secretaria da entidade. ESPAÇO - A placa do Espaço SINDIMETAL, nome que passa a identificar esse local, foi descerrada pelo presidente Raul Heller, que compartilhou este momento com o advogado Edson Morais Garcez, numa justa homenagem a um dos idealizadores da cons- trução do Centro das Indústrias. “Este local foi pensado também visando uma nova receita financeira para a entidade, pois será dis- ponibilizado para locação, dos associados, filiados e condôminos, fortalecendo a ideia inicial das lideranças, que sonharam com este lugar”, afirma o presidente da entidade. Garcez fez um breve relato desta caminhada histórica, que culmi- nou com a inauguração do edifício Centro das Indústrias, onde foram unificados serviços, reunindo entidades sindicais patronais de diferentes segmentos, além de escritórios profissionais. “Faço uma referência saudosa ao ex-presidente, empresário Valayr Hélio Wosiack, que exerceu seu mandato por 21 anos, e multipli- cou o patrimônio da entidade, durante a sua gestão, com a edifica- ção do Centro das Indústrias”, registrou. “Posterior a este período, tivemos 15 anos de forte liderança do atual presidente Raul Heller, onde foi possível complementar o trabalho até então realizado, através de uma gestão austera, onde imprimiu sua liderança e es- pírito empreendedor”, enfatizou Garcez ao convidar os presentes para um brinde, reforçando a unidade desta importante parceria. 05 Evento de reinauguração do 12º andar após ampla reforma sindimetal@sindimetalrs.org.br institucional Transformando a Indústria 4.0 Mais informações: (51) 3590-7708 07/11 - 13h às 19h Presidente saúda os convidados Garcez e Heller
  6. 6. O Banco de Alimentos Vale do Sinos nasceu no dia 11 de setembro de 2008, com o objetivo de combater a desnutrição e a obesidade nas instituições, que atendem às comunidades carentes da região, elevando assim os níveis de saúde, bem-estar, respeito, dignidade e inclusão social das pessoas atendidas. Nestes 10 anos, o Banco de Alimentos Vale do Sinos beneficiou 166 instituições, 15.900 pessoas, totalizando 1.778,491 Kg/ litros. Em 2018, foram contabilizadas, até o mês de se- tembro, 79 instituições ativas, que atende- ram 10.089 pessoas e arrecadaram 33.885 Kg/ litros. Em termos de valor, os benefícios arrecadados somam R$ 4.446.227,50, além de todos os benefícios oferecidos às comu- nidades relativos às ações educativas em saúde e nutrição, voltadas à segurança ali- mentar e nutricional das mesmas. Os Bancos Sociais são uma iniciativa do sis- tema FIERGS, através da Fundação Gaúcha dos Bancos Sociais. O Banco de Alimentos Vale do Sinos é uma Organização da So- ciedade Civil de Interesse Público (OSCIP), formado pelos municípios de São Leopoldo, Portão, Sapucaia do Sul e Esteio. O SINDIME- TAL RS, juntamente com outras entidades G estores de 25 empresas da região participaram da missão empresarialàfeiraMercopar,emCaxiasdoSul,incluindovisi- ta técnica à empresaTramontina, em Farroupilha. A iniciativa do SINDIMETAL RS, em parceria com o SEBRAE, ocorreu no dia 04 de outubro. A programação iniciou, no turno da manhã, com visitação àTramon- tina, tendo dois focos: boas práticas em gestão de pessoas e tecno- logia. Reconhecida como referência de qualidade em mais de 120 países, o grupo Tramontina produz aproximadamente 18 mil itens e conta com mais de 8 mil funcionários. Seus processos fabris e es- tratégias de atuação estão em consonância com os mais rigorosos padrões de gestão ambiental e responsabilidade social. Já o horário da tarde foi destinado para a visitação na Mercopar. A Feira de Subcontratação e Inovação Industrial oportuniza, às empre- sas, um ambiente propício para a realização e encaminhamento de negócios, bem como troca de informações, sendo palco apropriado para a apresentação de lançamentos e novidades em produtos e ser- viços. INDÚSTRIA4.0-Promoverocrescimentodeempresaseadescober- tadeseuspotenciaisfoiumadascaracterísticasdotrabalhorealizado pelo SEBRAE RS, executado no Salão de Inovação. Exemplo disso foi oBootcamp(eventoquepropiciaaconstruçãodeumaideiaemcon- junto) Manufatura Avançada – Indústria 4.0. O objetivo foi identificar a visão empresarial sobre o tema, para subsidiar o desenvolvimento de novas soluções. O empresário Leonardo Pedroso, da Transmaq, considerou a iniciati- va dinâmica, inteligente e motivadora.“Divididos em grupos, empre- sários, consultores e facilitadores, além de entidades de fomento de Banco de Alimentos Vale do Sinos comemora 10 anos de voluntariado MISSÃO MERCOPAR + VISITA TÉCNICA À TRAMONTINA INSTITUCIONAL / ação 06 www.sindimetalrs.org.br representativas e empresas, é um de seus fundadores, além de mantenedor. A atual gestão, de julho de 2018 a junho de 2020, foi definida na reunião de eleição, que ocorreu no dia 27 de junho, na sede do SINDIMETAL RS. O Pe. Idinei Augusto Zen, da Unisinos – Associação Antônio Vieira, assu- miu o cargo de diretor-presidente. O retorno social desta iniciativa tem sido incalculável, representando um divisor de águas para muitas famílias. A dedicação dos voluntários, que auxiliam em todas as crédito, apresentaram as dificuldades, os desafios e as soluções sobre o tema, respondendo questões abrangentes de como se aproximar das novas tecnologias”, relata Leonardo. Para a diretora da Grefortec, Andrea Peres Gremes Pereira, o evento foi enriquecedor. “Discutir sobre os desafios, as expectativas sobre a Indústria 4.0, com profis- sionais de várias áreas, possibilitou uma compreensão mais concreta referente ao assunto”, afirmou. Participaram da missão representantes das seguintes empresas: Alu-Cek, Borrachas BMD, CCV, Coester, CRK, Delga, EMC² Projetos, Ernesto Müller, Gedore, Fox Bombas, Gerdau, Grefortec, Erps, Infa- sul, Itecê, Modelação Pires, Petec, Projelmec, Rdflex, Refrimak, Spe- rafico, SS Usinagem, Sudamerica, Transmaq e Usitork. frentes, e as inúmeras campanhas de arre- cadação de alimentos, somados ao Sábado Solidário, são fundamentais para manter os estoques compatíveis com tamanha de- manda. Desejamos vida longa para esta organiza- ção, que reúne tantas pessoas, de diferentes áreas de atuação, visando o bem comum, apoiados na solidariedade e no desejo de fazer acontecer. Parabéns às empresas en- volvidas, aos grupos voluntários e às insti- tuições parceiras, que igualmente integram esta louvável iniciativa. Raul Heller na inauguração do Banco de Alimentos VS Participantes da Missão
  7. 7. O Sindicato das Indústrias Metalúr- gicas, Mecânicas e de Material Elé- trico e Eletrônico de São Leopoldo (SINDIMETAL RS) sediou dia 10 de outubro, a Solenidade de Posse dos Conselhos Con- sultivos Unificados do SESI e do SENAI, das cidades de Esteio, Montenegro, Novo Ham- burgo, São Leopoldo, Sapiranga e Sapucaia do Sul, que atuarão no triênio 2018-2020. O evento, prestigiado por lideranças sin- dicais patronais e gestores de diferentes segmentos, foi conduzido pelo presiden- te da FIERGS/CIERGS, empresário Gilberto Porcello Petry. A mesa oficial foi composta também pelo presidente do SINDIMETAL RS, Raul Heller, diretor do CIERGS e mem- bro do Conselho Regional do SESI; e pelo presidente da Stihl Ferramentas Motori- zadas, Claudio Guenther, presidente do Conselho Consultivo SESI e SENAI de São Leopoldo. Ao saudar os presentes, o presidente do SINDIMETAL RS, empresário Raul Heller, que atua no Sistema SESI e SENAI há mais de 30 anos, fez um breve histórico sobre a mudança nos Conselhos Consultivos pro- posta pelas lideranças da região. “A partir de uma ação coletiva, entre empresários e presidentes de sindicatos da região do Vale do Sinos, Caí e Encosta da Serra, originou-se, em reuniões ocorridas no SINDIMETAL RS, a proposição de uma mudança nos Conse- CONSELHOS CONSULTIVOS UNIFICADOS DO SESI E DO SENAI EMPOSSADOS NA SEDE DO SINDIMETAL RS INSTITUCIONAL 07sindimetal@sindimetalrs.org.br lhos Consultivos do SESI e do SENAI”, rela- tou Heller.“O novo modelo de atuação ob- jetivava aprimorar os processos e melhorar sua operação, unindo interesses comuns”. No dia 10 de julho de 2018, foi aprovada na FIERGS a criação dos Conselhos Con- sultivos, de atuação unificada, em regiões atendidas pelo SESI e pelo SENAI. Esta re- solução, reduziu o número de Conselhos Consultivos no Estado, que passou de 87 para 27, sendo 6 na região doVale do Sinos, Caí e Encosta da Serra, cujos conselheiros foram empossados neste evento. “Com a nova normatização, a nominata passa a ser elaborada a partir das indica- ções dos sindicatos patronais atuantes na área de abrangência dos conselhos”, relata Heller. “Assim, teremos, neste ambiente, empresários e gestores realmente com- prometidos com o setor industrial e as en- tidades que os representam”, destacou. Ao fazer uso da palavra, o empresário Claudio Guenther, que falou em nome dos conselheiros, enfatizou que “se quisermos um País competitivo, precisamos ampliar o conceito tecnológico e investir em edu- cação”. É preciso dar mais valor para a in- dústria local e utilizar mais a estrutura do SESI e do SENAI, em benefício das nossas empresas e da sociedade em geral, relatou Guenther. AÇÃO PIONEIRA - No seu pronunciamen- to, o presidente do Sistema FIERGS, Gilber- to Petry, fez questão de destacar a forte identificação afetiva que possui com a re- gião. “É uma alegria estar aqui e empossar os seis Conselhos Consultivos Unificados do SESI e do SENAI, que de forma pioneira no Estado passarão a vivenciar um novo momento”, assegura Petry. “A criação de Conselhos Consultivos unificados faz par- te da busca por uma maior produtividade. Queremos que esse exemplo seja amplia- do”, destacou, ao agradecer “ao compa- nheiro Raul Heller, que foi apoiador de pri- meira hora desse novo modelo, que está sendo implantado”. Após as lideranças serem empossadas, pelo presidente Gilberto Petry, os indus- triais, que passam a ser Conselheiros do SESI e do SENAI, foram nominados e sau- dados pelos presentes. A FIERGS também esteve representada pelo diretor-Superintendente do Sistema FIERGS/CIERGS, Carlos Heitor Zuanazzi; di- retor-Superintendente do SESI-RS, Juliano André Colombo; e diretor Regional SENAI/ RS, Carlos Artur Trein. ATUAÇÃO - Os Conselhos Consultivos Uni- ficados SESI e SENAI objetivam colaborar com os Conselhos Regionais, assessoran- do-os quanto à identificação das neces- sidades das indústrias. Também visam apoiar as iniciativas do Sistema FIERGS/ CIERGS, para o atendimento destas neces- sidades. Além dos Conselhos Consultivos, existem os Comitês Técnicos Consultivos, vincu- lados a cada um dos Institutos SENAI de Inovação, dos quais temos dois em São Leopoldo: o Instituto SENAI de Inovação Soluções Integradas em Metalmecânica - ISI SIM e o Instituto SENAI de Inovação em Engenharia de Polímeros. Os referidos comitês visam fomentar a in- terlocução entre os principais stakeholders do Sistema de Inovação Brasileiro. São um instrumento de suporte, monitoramento e aconselhamento alinhado às necessidades do ambiente de negócios e às premissas da Rede ISI. A constituição destes comitês deve ocor- rer na primeira reunião do Conselho Con- sultivo Unificado SESI e SENAI de São Leo- poldo. O vice-presidente do SINDIMETAL RS, Arno Tomasini, diretor vice-presidente de Operações da Stihl Ferramentas Moto- rizadas, já está designado para o encami- nhamento deste processo. Crédito:DuduLeal Presidente da FIERGS Heller destaca a importância desta iniciativa Registro oficial com os presidentes dos Conselhos
  8. 8. Conselho Esteio OTACIDNISASERPMEEMON Luiz Henrique Kraemer Campos - Presidente Weco S/A – Indústria de Equipamento Termo- Mecânico SINMETAL RS Evandro Leorato Machado - Vice- Presidente SRTSALPNISatteBnI SRLATEMIDNIS.adtLacincéTteMdnIssumirPsegroBnoslidA SGRETISrocudnImegaleceTnatoF.LerdnaxelA SRACILÓEIDNISaigrenEEGDiraSemrehliuG SCEMISPMPazzamorciManamaCepileFnoskcaJ Jair Sélio Mantovani Construeng Constr e Engenharia Ltda. SINDUSCOM VALES SRLATEMIDNIS.adtLteMdnIopmatsetrAahlIasoRadineDésoJ SELAVMOCSUDNISsiairtsudnIsotudorPlisarBodniaboG-tniaSamiLnotleO SRLATEMIDNIS.adtLoãçamotuAretseoCretseoCanaitaT Conselho Montenegro OTACIDNISASERPMEEMON Fredi Cauduro - Presidente Cauduro Ind. Com. Vest. Ltda. - Poker SIVERGS Carla Regina Sampaio Ávila Vice-presidente SREMIS.adtLlisarBereeDnhoJ SELAVMOCSUDNIS.adtL1KsievóMnesiehTosleC SRAIS.A.ShciredOsavresnoChciredOoidualC SRMIUQIDNIS.A.ScanaTztöGzerauJ Leandro da Silva Pereira Fujikura Cabos para Energia e Telecomunicações Ltda. SINDIMETAL RS SRLATEMIDNIS.adtLsocirtélEserotoMeddnIsarbomIsieRairaM SGRAPIS.A.SlairtsudnIalocívaorgAlusorgAhcaBnotliM SRLUSROBNIS.adtLsoremíloPSGSredienhcSodraudEieN SRMIUQIDNIS.A.SmeksarBavliSozleN Sandro Morais Nogueira Companhia Brasileira de Cartuchos SINDIMETAL RS SRLATEMIDNIS.adtLariedaMarapsatnemarreFztieLrudeLonaibaFrotiV Nominata dos Conselhos Consultivos Unificados SESI e SENAI 08 www.sindimetalrs.org.br INSTITUCIONAL CONSELHO ESTEIO CONSELHO MONTENEGRO
  9. 9. 09sindimetal@sindimetalrs.org.br institucional Conselho Novo Hamburgo OTACIDNISASERPMEEMON Marlos Schmidt - Presidente Indústria de Máquinas Erps Ltda. SINMAQSINOS Marcelo Riegel - Vice-presidente HNNOCSUDNIS.adtLaroturtsnoClegeiR HNCISPPEsoiróssecAseraoSRAttimraModnanreFueclA CCISozzerAssualKossiC SONISQAMNIS.adtLsotnemapiuqEesaniuqáMlusceMarieugoNnoslivaD SRLATEMIDNIS.adtLleinaDacigrúlateMtemocaiGarobéD Francisco Assis Sturmer Junior Sturmer Ind de Artefatos de Couro Ltda. SINDICOURO VEPCCIS.adtLonauniMselePedairtsúdnIrelievznEsuetaM SGRECIS.adtLhcirneHsodaçlaCredneBetneciVoluaP SRFARGIDNISacifárGairtsúdnIoãçamotuAregeaJotreboR Romar Petry LRB Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. SINDIQUIM RS Vendelino Neumann Herval Ind. de Móveis, Colchões e Espumas Ltda. SINDUSCOM VALES Conselho São Leopoldo OTACIDNISASERPMEEMON Claudio Guenther - Presidente Stihl Ferramentas Motorizadas Ltda. SINDIMETAL RS Volker Lübke - Vice-presidente Ferramentas Gedore do Brasil S.A. SINDIMETAL RS PPCCISrelluM.P.AemutruCrelluMziuLrazeC SRLATEMIDNIS.adtLacigrúlateMdnIazejiRaimereGnalraD SRTSALPNIS.adtLoãçaxiFedsetnenopmoCeddnIcetnorFniclaDivaD TSEVIDNIS.adtLaifargireSesodadroBluSetropsEhcserDiterdeProgI SRMIUQIDNIS.adtLacimíuQdnIlisarBodLFTlehcoRnaeJ Rejane Manzoni Bravo Lajesinos Sistemas e Estruturas Ltda. SINDUSCOM VALES Sérgio Bolzan Panerai Bolzano Brasil Ind Couros e Peles SINDARTCOURO Sérgio Luiz Ferandin Bins Indústria de Artefatos de Borracha Ltda. SINBORSUL RS SRLATEMIDNIS.adtLaiC&époClehciMrelleHépoCaifoS SRLATEMIDNIS.adtLmoCednIsarbeSgninnuHridlaV Conselho Sapiranga OTACIDNISASERPMEEMON Ariberto Wagener - Presidente Metalsinos Ind Com Repres Ltda. SINDIMETAL RS Elizeu Luis Fontes - Vice-presidente agnaripaSCIS.adtLetraMaiVsodaçlaC Caruzo Edson D’agostin Tomafel Ind. Embalagens Plásticas SINPLAST SRLATEMIDNIS.adtLhtoLacigrúlateMnilaSzíuLotrebliG SONISQAMNIS.adtLelavortelEztloVramiduRegroJ agnaripaSCIS.adtLsodaçlaCáteuqaPnitraMridenEoicráM Conselho Sapucaia do Sul OTACIDNISASERPMEEMON Idmar Morais - Presidente SRLATEMIDNIS.adtLcamIacigrúlateM Vicente Salvador - Vice-presidente Kurashiki do Brasil Têxtil Ltda. SITERGS SRLATEMIDNIS.adtLorbnaVsabmoBkcorBziuLsedilcuE José Carlos de Bona Perfilsul Ind Com Ferro e Aço Ltda. SINDIMETAL RS Leonardo Pedroso Filho Ind Maq Redutores Transmaq SINDIMETAL RS SELAVMOCSUDNIS.adtLdlomerParoturtsnoCireilavaCotaneRziuL SELAVMOCSUDNIStduaDairalOearieriedaMtduaDolecraM TSALPNIS.adtLsocitsálPsedloMsarbluSnnamenneHsocraM SRLATEMIDNIS.adtLseuqobeRdnILPPavliSadualrahcSonairdAsigéR SRLATEMIDNIS.adtLmoCednIkeC-ulAkecardnoWodU Conselho Novo Hamburgo OTACIDNISASERPMEEMON Marlos Schmidt - Presidente Indústria de Máquinas Erps Ltda. SINMAQSINOS Marcelo Riegel - Vice-presidente HNNOCSUDNIS.adtLaroturtsnoClegeiR HNCISPPEsoiróssecAseraoSRAttimraModnanreFueclA CCISozzerAssualKossiC SONISQAMNIS.adtLsotnemapiuqEesaniuqáMlusceMarieugoNnoslivaD SRLATEMIDNIS.adtLleinaDacigrúlateMtemocaiGarobéD Francisco Assis Sturmer Junior Sturmer Ind de Artefatos de Couro Ltda. SINDICOURO VEPCCIS.adtLonauniMselePedairtsúdnIrelievznEsuetaM SGRECIS.adtLhcirneHsodaçlaCredneBetneciVoluaP SRFARGIDNISacifárGairtsúdnIoãçamotuAregeaJotreboR Romar Petry LRB Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. SINDIQUIM RS Vendelino Neumann Herval Ind. de Móveis, Colchões e Espumas Ltda. SINDUSCOM VALES Conselho São Leopoldo OTACIDNISASERPMEEMON Claudio Guenther - Presidente Stihl Ferramentas Motorizadas Ltda. SINDIMETAL RS Volker Lübke - Vice-presidente Ferramentas Gedore do Brasil S.A. SINDIMETAL RS PPCCISrelluM.P.AemutruCrelluMziuLrazeC SRLATEMIDNIS.adtLacigrúlateMdnIazejiRaimereGnalraD SRTSALPNIS.adtLoãçaxiFedsetnenopmoCeddnIcetnorFniclaDivaD TSEVIDNIS.adtLaifargireSesodadroBluSetropsEhcserDiterdeProgI SRMIUQIDNIS.adtLacimíuQdnIlisarBodLFTlehcoRnaeJ Rejane Manzoni Bravo Lajesinos Sistemas e Estruturas Ltda. SINDUSCOM VALES Sérgio Bolzan Panerai Bolzano Brasil Ind Couros e Peles SINDARTCOURO Sérgio Luiz Ferandin Bins Indústria de Artefatos de Borracha Ltda. SINBORSUL RS SRLATEMIDNIS.adtLaiC&époClehciMrelleHépoCaifoS SRLATEMIDNIS.adtLmoCednIsarbeSgninnuHridlaV Conselho Sapiranga OTACIDNISASERPMEEMON Ariberto Wagener - Presidente Metalsinos Ind Com Repres Ltda. SINDIMETAL RS Elizeu Luis Fontes - Vice-presidente agnaripaSCIS.adtLetraMaiVsodaçlaC Caruzo Edson D’agostin Tomafel Ind. Embalagens Plásticas SINPLAST SRLATEMIDNIS.adtLhtoLacigrúlateMnilaSzíuLotrebliG SONISQAMNIS.adtLelavortelEztloVramiduRegroJ agnaripaSCIS.adtLsodaçlaCáteuqaPnitraMridenEoicráM Conselho Sapucaia do Sul OTACIDNISASERPMEEMON Idmar Morais - Presidente SRLATEMIDNIS.adtLcamIacigrúlateM Vicente Salvador - Vice-presidente Kurashiki do Brasil Têxtil Ltda. SITERGS SRLATEMIDNIS.adtLorbnaVsabmoBkcorBziuLsedilcuE José Carlos de Bona Perfilsul Ind Com Ferro e Aço Ltda. SINDIMETAL RS Leonardo Pedroso Filho Ind Maq Redutores Transmaq SINDIMETAL RS SELAVMOCSUDNIS.adtLdlomerParoturtsnoCireilavaCotaneRziuL SELAVMOCSUDNIStduaDairalOearieriedaMtduaDolecraM TSALPNIS.adtLsocitsálPsedloMsarbluSnnamenneHsocraM SRLATEMIDNIS.adtLseuqobeRdnILPPavliSadualrahcSonairdAsigéR SRLATEMIDNIS.adtLmoCednIkeC-ulAkecardnoWodU CONSELHO NOVO HAMBURGO CONSELHO SÃO LEOPOLDO CONSELHO SAPIRANGA CONSELHO SAPUCAIA DO SUL
  10. 10. 10 www.sindimetalrs.org.br ação Seminário sobre Saúde e Segurança do Trabalho no eSocial repercute positivamente junto aos gestores N uma ação conjunta do SINDIMETAL RS, SINBORSUL, SIN- DARTCOURO, SINDIVEST, SINDUSCOM VALES e SESI RS, teve lugar, no Centro das Indústrias, dia 22 de agosto, o seminário sobre A saúde e a segurança do trabalho no eSocial. A promoção reuniu gestores das empresas associadas e filiadas, no turno da manhã. Ao saudar os participantes, o diretor Executivo do SINDIMETAL RS, Valmir Pizzutti, registrou a importância do tema, considerando a repercussão do Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fis- cais, Previdenciárias e Trabalhistas - eSocial, na rotina das empre- sas. “Este procedimento impacta diretamente nos empregadores, que precisam comunicar com precisão ao Governo, de forma uni- ficada, as informações relativas aos trabalhadores, como vínculos, contribuições previdenciárias, folha de pagamento, comunicações de acidente de trabalho, aviso prévio, escriturações fiscais e infor- mações sobre o FGTS”, salienta Pizzutti. SAÚDE – A programação, conduzida pelo gerente do SESI, Márcio Requel, iniciou com o painel A saúde na pauta empresarial, a cargo do médico doTrabalho, Antonino Germano, gerente de Segurança e Saúde no Trabalho (SST), da respectiva instituição.“O desafio do SESI é manter a produtividade da indústria brasileira elevada, di- minuindo os índices de afastamento, por parte dos trabalhadores, proporcionando um estilo de vida mais saudável. Por essa razão foi criado o SESI Viva Mais, uma plataforma inteligente e digital para gestão da segurança e saúde no trabalho”, informa. “A expectativa de vida avançou 25 anos, em meio século, isso re- presenta muito em termos de população ativa. Por exemplo, em 2030, 55% da população terá mais de 35 anos e, segundo a tran- sição demográfica, seremos o sexto País mais idoso do mundo”, registra Germano. Na ocasião, apresentou os programas e serviços voltados à saúde e segurança na indústria, reforçando a impor- tância da prevenção. “A partir da precaução, haverá menos afas- tamentos por questões de saúde e trabalhadores mais satisfeitos, trazendo melhores resultados para o dia a dia das empresas”, refor- ça o gerente. Segundo a médica do Trabalho, Adriane Rodrigues, “quando o funcionário está presente na empresa, a produtividade aparece”. O absenteísmo, que é a ausência do funcionário no processo de trabalho, seja por falta, atraso ou saídas antecipadas, gera proble- mas nas organizações industriais e impacta no custo e na insatis- fação dos trabalhadores.“É importante analisar as causas, mapear que setores e turnos têm gerado mais ocorrências, para atuar na busca de soluções, pois o que não é medido, não é gerenciado, e a prevenção é menos onerosa, que a correção”, enfatiza Adriane. CASE PAQUETÁ - Na sequência, a engenheira de Segurança do Trabalho, da Paquetá Indústria de Calçados, Sabrina Andrade Spier, apresentou o case Gestão do absenteísmo como fator de produtividade. O projeto teve início em novembro de 2016, a par- tir da Revisão de Política de Atestados, tendo como abrangência 1800 funcionários. Após a coleta de dados e o alinhamento de in- formações, que contou com o apoio do SESI, foram analisados os subsídios para o aprimoramento de indicadores. O resultado final foi apresentado em fevereiro de 2018. Entre os ganhos, informa Sabrina, estão maior efetividade da Política de Atestados; identificação do perfil sócio demográfico da população estudada, além do aprimoramento na qualidade e quantidade de informações sobre os afastamentos e fluxo de coleta. Também foi possível identificar os principais problemas relacionados ao absenteísmo, contribuindo para subsidiar a im- plementação de programas, campanhas e capacitações. eSOCIAL - Dando continuidade ao seminário, o painel 2 abordou O eSocial no contexto da SST, a cargo da advogada Lisiane Vieira Mariense, analista Técnica em Segurança do Trabalho, do SESI RS, especialista em e-Social. “O eSocial já está em vigor. É uma ação conjunta dos órgãos e en- tidades do governo federal, incluindo Receita Federal, Caixa, INSS e Ministério do Trabalho onde 100% das empresas serão fiscaliza- das”, afirma Lisiane.“Este Sistema de Escrituração Digital das Obri- gações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas irá atingir, em curto espaço de tempo, todos os trabalhadores e empregadores do Bra- sil, com ou sem vínculo trabalhista”, enfatiza. “Mas atenção, não basta somente enviar as informações, é necessário ter qualidade e coerência ao repassar, é preciso atender uma sequência lógica”. Por esta razão, “para dar andamento ao sistema a qualificação cadastral é primordial, pois os dados são transmitidos eletronica- mente e a falta de registro ou cadastro desatualizado, por exem- plo, poderá gerar multa”. A solução é buscar mais informações so- bre o eSocial e organizar a empresa para atender essa demanda, que veio para ficar. Isto é fato! Público prestigiou a iniciativa conjunta
  11. 11. 11sindimetal@sindimetalrs.org.br JURÍDICO / TÉCNICO AMBIENTAL Liderança sustentável: desafios para um cenário competitivo de negócios E mpreendedor: quando se fala em liderança sustentável, surgem várias ideias e alternativas. De forma simples e di- reta, o intuito é inspirar os líderes a promover negócios de forma ética e sem prejuízos à sociedade a ao meio ambiente. De colaborar, enfim, com a criação de culturas empresariais – e de um planeta – mais sustentáveis. Quem tem resistência pode entender a importância de se colocar o tema na agenda das organizações, seja para reduzir riscos legais e operacionais, seja para colher benefícios como redução do con- sumo e do desperdício de recursos naturais, reconhecimento de clientes, preferência de investidores e maior atratividade (e tam- bém retenção) de talentos. Permanece a preocupação com o desenvolvimento de estratégias de sustentabilidade que, de alguma maneira, servem como diretriz para a área de Recursos Humanos desenvolver seus programas de formação de lideranças e profissionais mais sustentáveis. Se não estiverem alinhados aos principais desafios socioambientais e eco- nômicos das empresas, esses treinamentos se tornam abstratos, vagos. Às vezes, os conteúdos podem até parecer profundos na teoria, mas, no dia a dia, revelam-se inviáveis e fora da realidade empresarial. As organizações, cada vez mais alinhadas com formas de negócio mais sistêmicas, compreenderam a necessidade de conectar os es- forços das áreas de Sustentabilidade e Recursos Humanos, a partir de estratégias criadas para solucionar desafios socioambientais e econômicos. Algumas até incorporaram suas aspirações sustentá- veis à missão, à visão e aos valores corporativos. Para operacionalizar estes assuntos nas organizações algumas práticas são muito bem-vindas, tais como: - incluir as questões socioambientais e econômicas nos conteúdos de engajamento interno, como um exercício de readequação de mensagens para destacar compromissos relacionados ao tema; - retroalimentar profissionais de áreas diferentes da sustentabilidade com os valo- res do desenvolvimento sustentável. A liderança e sustentabilidade estão cada vez mais próximas den- tro das organizações. A preparação do líder, para tratar de rela- ções econômicas e socioambientais, vem se tornando um aspecto fundamental. É importante lembrar que a liderança sustentável é principalmente exercida através de novos conhecimentos refleti- dos em comportamentos diferenciados. A sustentabilidade deve ser inserida transversalmente em todas as atividades, o que inclui as competências da liderança da empresa. O líder sustentável pos- sui as seguintes características: coloca em prática o contexto de stakeholders com a organização e o desenvolvimento de todos; coloca em prática seu discurso garantindo a missão, visão e valo- res; investe recursos para o desenvolvimento de pessoas; possui consciência que a falta de recursos interfere nos ciclos da sustenta- bilidade; é questionador sobre a política empresarial e suas práti- cas socioambientais e econômicos garantindo um comércio justo. No Pacto Global, da Organização das Nações Unidas (ONU), foi pro- duzido um documento intitulado Plano para Liderança Sustentá- vel, que visa definir uma forma de atuação dentro das empresas para contribuir com o desenvolvimento de habilidades e recursos voltados ao tema. Para o Pacto Global, líderes em sustentabilidade têm: 1) a coragem necessária para transpor os obstáculos à mu- dança; 2) a capacidade de produzir transformação efetiva na cul- tura de uma empresa; 3) o mérito de compreender o propósito moral e filosófico dessa transformação; 4) a capacidade de exerci- tar a solidariedade, a tolerância e a transparência; 5) um elevado senso de responsabilidade que os leva a utilizar seu poder para criar valor socioambiental e econômicos para as principais partes interessadas. É dever do líder sustentável reconhecer publicamen- te os impactos da empresa, criar alternativas de engajamento e consulta das partes interessadas e comandar a estratégia de sus- tentabilidade em sintonia com os públicos de interesse. Ele preci- sa ser o porta-voz da transparência, comunicando informações de interesse dos seus públicos e da sociedade. Baseado no Plano para Liderança Sustentável foram propostas al- gumas ações que um líder sustentável precisa executar: Atribuições como essas podem ser utilizadas, por exemplo, para definir um padrão de competências de liderança sustentável, ofe- recer suporte a uma política de sustentabilidade, elaborar diretri- zes de programas de treinamento e desenvolvimento. Para saber mais informações específicas sobre o gerenciamento de resíduos do seu empreendimento faça sua consulta pessoal- mente às áreas jurídicas e técnicas nas segundas-feiras, das 10h às 12h, no SINDIMETAL ou via remota, conforme necessidade. •AdvogadointegrantedaequipedeprofissionaisdoescritórioGarcezAdvogadosAssociados–AssessoriaJurídicadoSINDIMETALRS,nasáreasTrabalhista,Ambiental edeRepresentaçãoComercial; •EngenheiraQuímicadaBeeAssessoriaeConsultoriaLtda.,AssessoriaTécnicaAmbientaldaentidade. Fonte: RicardoVoltolini. O líder sustentável e seus 20 atributos (2012) Ana Cristina Curia CREA 104376-D Eduardo Gaelzer OAB/RS 58.660
  12. 12. Fernando Garcez OAB/RS 69.356 Negociação, Convenção, Acordo e Dissídio Coletivo do Trabalho A dvertência inicial: a informação inserida neste comentá- rio não é de natureza totalmente técnica jurídica. É mais comezinha. Trata-se de singela explanação decorrente de um fastiento apreço léxico do subscritor aos termos do título. Este referido apreço léxico nos obriga à segunda advertência: raríssimas palavras, convicções e constatações podem (ou de- vem) ser expressas com absoluta certeza, salvo os mais desa- visados que, ainda mais nos dias atuais – momento histórico social em que palavras, convicções e constatações são como obuses, granadas e morteiros contra quem delas ousa discordar ou ter convicções diferentes –, o fazem sem maiores preocupa- ções. Não obstante, e porque auto me condeno ao time dos mais desavisados, é possível assegurar com absoluta certeza que todos os prezados leitores já ouviram frases em sentidos se- melhantes a estas: “O salário é reajustado pelo dissídio” (pode até ser, mas se referia, possivelmente, ao reajuste previsto na Convenção). “Como que ficou o dissídio esse ano?” (o índice de reajuste salarial da Convenção ou do Dissídio). “A empresa vai fechar uma convenção coletiva com o sindicato” (um Acordo Co- letivo). “Não fechou o acordo coletivo com o sindicato este ano” (a Convenção, que decorre da negociação) ou, ainda, “A convenção coletiva com o sindicato vai ser dureza ano que vem” (a negocia- ção coletiva). Porque tais frases (e outras parecidas e também, justificadamente, sem correção gramatical) são corriqueiras no dia a dia das empresas e dos sindicatos, ousou-se a afirmação com absoluta certeza! Isto posto, o singelo, sumarizado e despretensioso apontamen- to é sobre a definição do que é negociação coletiva, Convenção Coletiva, Acordo Coletivo e Dissídio Coletivo do Trabalho. Pudera! Somente aos operadores da lei é concebível e possível compreender e aplicar assertivamente os termos corretos des- tes instrumentos diante da prolixa e complexa estrutura que as prevê – a lei - (e mesmo assim há proliferação de imprecisões como as citadas em autos processuais). Houve referência antes a fastiento apreço léxico justamente porque quando as frases usadas como exemplo são ditas, mesmo com as imprecisões, elas são, todas, perfeitamente entendidas e aplicadas no dia a dia. Independentemente da correção ou não dos termos, sendo que o que importa é o entendimento do dia a dia e não o nome cer- to do instrumento, segue a diferenciação com almejado apreço léxico. Negociação Coletiva - Conforme a Convenção nº 154 (esta ou- tro tipo de Convenção diferente da que estamos fazendo refe- rência... exemplo claro da confusão que existe) da Organização Internacional do Trabalho, negociação coletiva “compreende todas as negociações que tenham lugar entre, de uma parte, um empregador, um grupo de empregadores ou uma organização ou várias organizações de empregadores, e, de outra parte, uma ou várias organizações de trabalhadores, com o fim de: a) fixar as condições de trabalho e emprego; ou b) regular as relações entre empregadores e trabalhadores; ou c) regular as relações entre os empregadores ou suas organizações e uma ou várias organiza- ções de trabalhadores, ou alcançar todos estes objetivos de uma só vez. Em outras palavras: é o ir para a mesa e discutir a relação e as condições coletivas de trabalho, mas, obviamente, desde que haja a composição especial coletiva prevista na Convenção nº 154 da OIT antes citada. Por conseguinte, conforme se der a composição das partes na negociação coletiva, o resultado dela (caso haja sucesso) será uma Convenção ou um Acordo Coletivo de Trabalho. Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) – A definição da CLT sobre a CCT, não podia deixar de ser, traz confusão ao usar a palavra “acordo”. A ver o artigo 611 da CLT, datado de 1967: “Art. 611 - Convenção Coletiva de Trabalho é o acordo de caráter normativo, pelo qual dois ou mais Sindicatos representativos de categorias econômicas e profissionais estipulam condições de tra- balho aplicáveis, no âmbito das respectivas representações, às re- lações individuais de trabalho”. Portanto, é o resultado e a consequência da negociação coleti- va ocorrida entre sindicatos: dos trabalhadores (profissional) e o das empresas (econômico). Acordo Coletivo de Trabalho – É o resultado da negociação coletiva entre a empresa e o sindicato representante dos tra- balhadores em específico da empresa acordante. É a definição do § 1º do artigo 611 da CLT, com redação de 1967: “É facultado aos Sindicatos representativos de categorias profissionais celebrar Acordos Coletivos com uma ou mais empresas da correspondente categoria econômica, que estipulem condições de trabalho, apli- cáveis no âmbito da empresa ou das acordantes respectivas rela- ções de trabalho”. Dissídio Coletivo de Trabalho – É o resultado da ausência de “comum acordo” decorrente da negociação coletiva entre sin- dicatos ou entre empresa e sindicato. A sua natureza é de ação judicial e, nos termos do artigo 616 da CLT, “... No caso de persis- tir a recusa à negociação coletiva, pelo desatendimento às con- vocações feitas pelo Departamento Nacional do Trabalho ou ór- gãos regionais do Ministério de Trabalho e Previdência Social, ou se malograr a negociação entabolada, é facultada aos Sindicatos ou empresas interessadas a instauração de dissídio coletivo”. Esta ação judicial tramita originariamente perante o Tribunal Regio- nal do Trabalho. Feitas as distinções, cabe, por fim, salientar que a modernização da legislação trabalhista ocorrida em 2017 fez amplas altera- ções no aspecto, mormente as que constam nos artigos 611-A e 611-B da CLT, contemplando, respectivamente, sobre quais assuntos e matérias podem (é lícito) e que não podem (é ilícito) convencionar em Convenção e em Acordo Coletivo de Trabalho. •AdvogadointegrantedaequipedeprofissionaisdoescritórioGarcezAdvogadosAssociados –AssessoriaJurídicadoSINDIMETALRS,nasáreas Trabalhista,AmbientaledeRepresentaçãoComercial. 12 www.sindimetalrs.org.br Jurídico TRabalhista
  13. 13. REINTEGRA E DESONERAÇÃO DA FOLHA DE SALÁRIOS: recentes processos judiciais movidos pelo SINDIMETAL D e acordo com decisão da diretoria do SINDIMETAL RS, foram movidas duas ações judiciais coletivas benefi- ciando a todos os associados e filiados da entidade, no mês de agosto do corrente ano. As ações são decorrentes das alterações legislativas perpetradas pelo Governo Federal no pe- ríodo “pós-greve dos caminhoneiros”, as quais resultaram o fim da desoneração da folha de salários para várias empresas do se- tor, bem como a redução para 0,1% do benefício fiscal para os exportadores, denominado de REINTEGRA. No que tange a quase extinção do REINTEGRA, foi movida ação judicial visando discutir o Decreto nº 9.393/2018, o qual anteci- pou o prazo final do benefício (anteriormente 31 de dezembro de 2018) para 31 de maio de 2018, ao mesmo tempo, reduziu a alíquota para 0,1% a partir de 1º de junho de 2018. O Juízo Federal de Novo Hamburgo deferiu a liminar para man- ter o percentual de 2% pelo prazo de 90 dias a contar da data da publicação do Decreto nº 9.393/2018, em face da ofensa do princípio da anterioridade nonagesimal tributária, segundo o qual deve ser observado o transcurso do prazo mínimo de 90 dias entre a publicação do normativo e seus efeitos. Dessa forma, todos os associados/filiados do SINDIMETAL RS po- derão, quando do trânsito em julgado da decisão (quando não houver mais qualquer possibilidade de recurso), aproveitar dos valores do REINTEGRA no percentual de 2%, sobre os valores das exportações do período de junho, julho e agosto de 2018. Além disso, busca-se também o direito a manter o benefício até 31 de dezembro de 2018, em seu percentual originalmente previsto (2%). Ainda sobre o REINTEGRA, vale lembrar, o SINDIMETAL RS possui processo judicial em adiantado trâmite (com decisões e jurisprudência até agora favoráveis), relativamente ao ano-base 2015, quanto houve, também, redução abrupta e ilegal do be- nefício. Com relação à extinção da desoneração da folha de pagamento (Lei Federal nº 13.670/2018), que alterou a sistemática de recolhi- mento da Contribuição Previdenciária incidente sobre a Folha de Salários, como previsto na Lei nº 12.546/2011, a partir de 1º de setembro de 2018, não obtivemos êxito no deferimento da limi- nar para manutenção da desoneração até o final do ano de 2018. No caso das empresas que tiveram as NCM´s excluídas da sis- temática da desoneração (as que foram mantidas seguem abaixo), deverão recolher a Contribuição para o INSS, ao invés da Contribuição sobre a Receita Bruta. Embora não tenha sido deferida a liminar pleiteada, o processo terá continuidade e o levaremos até as últimas instâncias do Judiciário, com vistas a declarar ilegal a extinção do regime antes de 31 de dezembro de 2018, sendo que, os valores que vierem a ser recolhidos indevi- damente neste período poderão ser futuramente compensados/ restituídos, se houver o trânsito em julgado favorável. Como forma de eximir eventuais dúvidas, ficam mantidos na sistemática da desoneração, até o final do ano de 2020, ape- nas aqueles setores abaixo mencionados ou os fabricantes dos produtos cujas NCMs constam a seguir: a) as empresas jornalísticas e de radiodifusão sonora e de sons e imagens de que trata a Lei nº 10.610, de 20 de dezembro de 2002, enquadradas nas classes 1811-3, 5811-5, 5812-3, 5813-1, 5822-1, 5823-9, 6010-1, 6021-7 e 6319-4 da CNAE 2.0; b) as empresas que prestam os serviços referidos nos §§ 4o e 5o do art. 14 da Lei no 11.774, de 17 de setembro de 2008 (empre- sas de tecnologia da informação e tecnologia da informação e comunicação); c) as empresas de transporte rodoviário coletivo de passageiros, com itinerário fixo, municipal, intermunicipal em região metro- politana, intermunicipal, interestadual e internacional enquadra- das nas classes 4921-3 e 4922-1 da CNAE 2.0; d) as empresas do setor de construção civil, enquadradas nos grupos 412, 432, 433 e 439 da CNAE 2.0; e) as empresas de transporte ferroviário de passageiros, enqua- dradas nas subclasses 4912-4/01 e 4912-4/02 da CNAE 2.0; f) as empresas de transporte metroferroviário de passageiros, enquadradas na subclasse 4912-4/03 da CNAE 2.0; g) as empresas que fabriquem os produtos classificados na Tipi nos códigos: 1) 3926.20.00, 40.15, 42.03, 43.03, 4818.50.00, 6505.00, 6812.91.00, 8804.00.00, e nos capítulos 61 a 63; 2) 64.01 a 64.06; 3) 41.04, 41.05, 41.06, 41.07 e 41.14; 4) 8308.10.00, 8308.20.00, 96.06 e 96.07; 5) 87.02, exceto 8702.90.10, e 87.07; 6) 4016.93.00; 7303.00.00; 7304.11.00; 7304.19.00; 7304.22.00; 7304.23.10; 7304.23.90; 7304.24.00; 7304.29.10; 7304.29.31; 7304.29.39; 7304.29.90; 7305.11.00; 7305.12.00; 7305.19.00; 7305.20.00; 7306.11.00; 7306.19.00; 7306.21.00; 7306.29.00; 7308.20.00; 7308.40.00; 7309.00.10; 7309.00.90; 7311.00.00; 7315.11.00; 7315.12.10; 7315.12.90; 7315.19.00; 7315.20.00; 7315.81.00; 7315.82.00; 7315.89.00; 7315.90.00; 8307.10.10; 8401; 8402; 8403; 8404; 8405; 8406; 8407; 8408; 8410; 8439; 8454; 8412 (exceto 8412.2, 8412.30.00, 8412.40, 8412.50, 8418.69.30, 8418.69.40); 8413; 8414; 8415; 8416; 8417; 8418; 8419; 8420; 8421; 8422 (exceto 8422.11.90 e 8422.19.00); 8423; 8424; 8425; 8426; 8427; 8428; 8429; 8430; 8431; 8432; 8433; 8434; 8435; 8436; 8437; 8438; 8439; 8440; 8441; 8442; 8443; 8444; 8445; 8446; 8447; 8448; 8449; 8452; 8453; 8454; 8455; 8456; 8457; 8458; 8459; 8460; 8461; 8462; 8463; 8464; 8465; 8466; 8467; 8468; 8470.50.90; 8470.90.10; 8470.90.90; 8472; 8474; 8475; 8476; 8477; 8478; 8479; 8480; 8481; 8482; 8483; 8484; 8485; 8486; 8487; 8501; 8502; 8503; 8505; 8514; 8515; 8543; 8701.10.00; 8701.30.00; 8701.94.10; 8701.95.10; 8704.10.10; 8704.10.90; 8705.10.10; 8705.10.90; 8705.20.00; 8705.30.00; 8705.40.00; 8705.90.10; 8705.90.90; 8706.00.20; 8707.90.10; 8708.29.11; 8708.29.12; 8708.29.13; 8708.29.14; 8708.29.19; 8708.30.11; 8708.40.11; 8708.40.19; 8708.50.11; 8708.50.12; 8708.50.19; 8708.50.91; 8708.70.10; 8708.94.11; 8708.94.12; 8708.94.13; 8709.11.00; 8709.19.00; 8709.90.00; 8716.20.00; 8716.31.00; 8716.39.00; 9015; 9016; 9017; 9022; 9024; 9025; 9026; 9027; 9028; 9029; 9031; 9032; 9506.91.00; e 9620.00.00; 7) 02.03, 0206.30.00, 0206.4, 02.07, 02.09, 0210.1, 0210.99.00, 1601.00.00,1602.3,1602.4,03.03,03.04e03.02,exceto03.02.90.00; 8) 5004.00.00, 5005.00.00, 5006.00.00, 50.07, 5104.00.00, 51.05, 51.06, 51.07, 51.08, 51.09, 5110.00.00, 51.11, 51.12, 5113.00, 5203.00.00, 52.04, 52.05, 52.06, 52.07, 52.08, 52.09, 52.10, 52.11, 52.12, 53.06, 53.07, 53.08, 53.09, 53.10, 5311.00.00, no capítulo 54, exceto os códigos 5402.46.00, 5402.47.00 e 5402.33.10, e nos capítulos 55 a 60, e 9) as empresas de transporte rodoviário de cargas, enquadradas na classe 4930-2 da CNAE 2.0. • Advogado da equipe Buffon & Furlan Advogados Associados - Assessoria Jurídica do SINDIMETAL RS, na áreaTributária. JURÍDICO TRIBUTÁRIO 13sindimetal@sindimetalrs.org.br Marciano Buffon OAB/RS 34.668
  14. 14. MERCADO 14 www.sindimetalrs.org.br A publicação Empowering Pumps & Equipment convidou a comunidade #PumpTalk para nomear um profissional da indústria, que contribui significativamente com inovações no segmento. O escolhido foi o presidente do Conselho da Higra, Silvino Geremia, que mereceu o destaque Pump Person of the Week por ser um gestor empreendedor e detentor de patente. Tendo começado a sua carreira, na indústria de bombas, há 50 anos, Silvino também é fundador da Higra, juntamente com os filhos Alexsandro Geremia e Lisiane Geremia. O trabalho iniciou com um projeto de uma bomba anfíbia para o bombeamento de água bruta, muito utilizada em captações e barragens de rios, principalmente para o setor de mineração e saneamento. Ao tornar a Higra referência nas áreas de redução do consumo de energia e alta eficiência de bombeamento, passou a desenvolver Turbo Geradores Anfíbios. Este produto é uma opção de geração de energia limpa através de potenciais hidráulicos disponíveis em barragens, vertedouros, quedas de água e outras fontes de ener- gia hídrica acumulada. Silvino Geremia, motivado sempre pela vontade de resolver pro- blemas do segmento, recebe merecidamente este reconhecimen- to profissional. Parabéns! SEMINÁRIO DE PERDAS - As novas tecnologias para identificação de vazamentos, a importância da educação e capacitação, além de projetos inovadores em eficiência energética foram alguns dos destaques nas palestras realizadas no 5º Seminário Nacional de Gestão de Perdas de Água e Eficiência Energética, no mês de COMPARTILHANDO EXPERIÊNCIAS A Sulcromo recebeu, em agosto, a sua certificação na ver- são atualizada da ISO 9001:2015. Para a equipe, confirma a eficácia da gestão da qualidade nos processos internos, inclusive no relacionamento com os grupos de interesse, como clientes, acionistas, fornecedores, funcionários e comunidade. Na visão de Alexandre Ely, gerente geral da empresa a Sulcromo está certificada desde 2003, entretanto pela primeira vez está na versão ISO 9001:2015. “Esta nova atualização traz para o sistema questões mais estratégicas, aumentando ainda mais o valor des- ta conquista”. Para o diretor Jorge Mazzocchi, “nosso dever é com a excelên- cia, que mantém a Sulcromo como líder de mercado há mais de 45 anos. Os clientes merecem este comprometimento com as melhores práticas e a credibilidade certificada dos serviços pres- tados pela empresa”, concluiu o diretor que destacou o esforço conjunto da equipe como principal alicerce desta conquista. A Coester Automação Ltda., desde 1963, vem perseguindo a meta de transformar projetos científicos em aplicações práticas e competitivas. Comforteconsciênciaderesponsabilidadesocial,empenha-seem criar condições de desenvolvimento tecnológico no País. A parce- ria com universidades e entidades diversas, reforça este aspecto, promovendo a pesquisa e o desenvolvimento nacional. Dentro deste mote, a Coester inicia sua pareceria na Manutenção e Assis- tência Técnica em Atuadores Elétricos instalados nas Estações de Tratamento e Bombeamento de Água e Esgoto, SAMAE Caxias do Sul. A base instalada é de aproximadamente 180 equipamentos. FENASAN - De 18 a 20 de setembro, em São Paulo, a Coester par- ticipou da Feira Nacional de Saneamento e Meio Ambiente (Fena- san), consolidada e reconhecida como uma das mais importantes feiras do setor de saneamento realizadas no Brasil e no exterior. Entre os objetivos do evento, o fomento e a difusão da tecnolo- gia empregada no setor de saneamento ambiental, bem como a troca de infor- mações, a demonstração de produtos e o desenvol- vimento tecnológico de sistemas empregados no tratamento e abastecimen- to de água. Versão atualizada da ISO 9001:2015 Parcerias expressivas Fonte: Higra agosto. O evento, promovido pela Associação Brasileira de Enge- nharia Sanitária e Ambiental (ABES), reuniu em Florianópolis pro- fissionais, empresas e autarquias para discutir esses temas que são urgentes para o Brasil. O engenheiro Greco Tusset de Moura, diretor Técnico da Higra, apresentou o Turbo Gerador Anfíbio (TGA) para geração de ener- gia e redução de pressões, último lançamento da respectiva em- presa. Ele ressaltou que o TGA Higra foi feito para turbinar e não bombear, além de ser projetado de acordo com as condições ope- racionais de aplicação. Fonte: CoesterFonte: Sulcromo Greco de Moura
  15. 15. 15 mercado L íder no mercado brasileiro de ferramentas motorizadas por- táteis, a Stihl esteve presente na 41ª Expointer, no período de 25 de agosto a 02 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Na oportunidade, a empresa apresentou os mais recentes lançamentos, além da linha completa de produtos. Os destaques foram as motosserras para mercado florestal MS 651 e MS 661; a lavadora de alta pressão RE 232; e a Linha Domestic de produtos com bateria integrada, composta pelo podador HSA 45, pelo soprador BGA 45 e pela roçadeira FSA 45. Em seu estande, a Stihl distribuiu brindes, onde foram oferecidos também workshops sobre jardinagem. Além disso, em parceria com a Castrol, o estande contou com um simulador de Fórmula 1 e teve a presença do piloto profissional de StockCar Caca Bueno, competindo e brincando com os visitantes. TOP DE MARKETING - A Stihl conquistou o Top de Marketing 2018, promovido pela Associação dos Dirigentes de Marketing e Vendas do Brasil (ADVB/RS), na categoria Estratégias Digitais e Indústria. O case inscrito‘Jardim das Ideias Stihl’apresenta a estra- tégia comercial da empresa no meio on-line e offline objetivando relacionamento com o público do mercado de jardinagem para promoção de produtos da marca para este fim. D esde 1998, a Eletro Industrial CCAD, com sede em São Leopoldo, executa projetos e montagens de instala- ções elétricas de média e baixa tensão, de subestações transformadoras, automação industrial, montagens de qua- dros elétricos de BT e MT; assessoria e conservação de energia; manutenções preventivas e corretivas; e laudos técnicos. Sempre buscando soluções em engenharia para melhor aten- der as necessidades de seus clientes, a Eletro Industrial CCAD presta serviços como montagem de painéis elétricos para for- ça e controle; acionamento de bancos de correção fator po- LANÇAMENTOS E PREMIAÇÃO 20 ANOS DE HISTÓRIA 15sindimetal@sindimetalrs.org.br Foto e fonte: Stihl Fonte: CCAD Atualmente, o blog Jardim das Ideias Stihl tem acumulado mi- lhões de usuários e de visualizações de página. Além deste, o mais recente sucesso foi a websérie Jardim das Ideias Stihl – 50 Dias de Verde, que acompanhou a transformação completa do jardim de uma residência em Holambra (SP), ensinando o público a fazer jar- dinagem em casa com o auxílio das ferramentas da marca. tência; e desenvolvimento de software de CLP para proteção, controle e acionamento de máquinas. A empresa, que completa 20 anos de atuação no município, é composta por uma equipe de profissionais qualificada e expe- riente, que trabalha com o intuito de fornecer aos seus clien- tes soluções técnicas de baixo custo, capazes de atender as diversas demandas do mercado. Sucesso a toda equipe coordenada pelos diretores Alexandro Rosas e Nara Couto de Camargo. Agenda SINDIMETAL RS 2018 Acompanhemensalmenteeparticipedasoportunidadesdenegócioequalificação,queestãoincluídasnaagendadaentidade. Maisinformaçõespoderãoserobtidasatravésdostelefones(51)3590-7707e3590-7708. NOVEMBRO 07 - 7º Fórum Lean Manufacturing 19 a 23 - Curso de CIPA 23 - Workshop eSocial sobre SST 19 -Workshop eSocial sobre SST - SESI Sapiranga 21 - Workshop eSocial sobre SST - SENAI São Sebastião do Caí DEZEMBRO 05 - Workshop - Cenários 2019 ** Programação sujeita à alteração I Consulte a agenda no site www.sindimetalrs.org.br Comemoração no Top de Marketing
  16. 16. Empresa comemora 5 anos com soluções em serviços de usinagem ESPAÇO SINDIMETAL Nº 72 VITRINE A CCV Industrial EIRELI fornece soluções em serviços de usi- nagem de precisão, “com qualidade assegurada, entregas garantidas, transparência e confiabilidade em suas rela- ções comerciais”, afirma a diretora Caroline Capelão Vargas. Por ocasião da fundação, em 21 de agosto de 2013, o objetivo inicial da empresa era desenvolver um produto próprio, para o mercado pet. Porém, como o artefato escolhido possuía um custo elevado de desenvolvimento, optaram por cancelar o projeto, mas não o sonho de empreender. “Iniciamos as atividades, em fevereiro de 2014, com o foco direcio- nado na linha agrícola, através de equipamentos de lubrificação”, relata Caroline. “Neste mesmo ano, surgiu à oportunidade de fir- mar uma parceria de fornecimento, para uma empresa especiali- zada em coberturas automáticas e comandos pneumáticos para implementos rodoviários em geral. Esse desafio resultou em mais dois clientes, indicando assim que estávamos no caminho certo”, relembra. Em 2015, Caroline, responsável pela gestão financeira e estratégica da empresa, juntamente com Carlos Reis, voltado para as questões técnicas e de produção, ambos focados na área Comercial, passa- ram também a fornecer para uma grande empresa multinacional, líder no mercado de Correntes Industriais. O contato impulsionou a mudança de prédio, ocasião em que ampliaram a capacidade de atendimento, expandindo o número de clientes. Com determinação e focados em desenvolver um trabalho de qualidade, seguiram investindo. Após três meses da mudança de prédio, passaram pela primeira auditoria externa, resultando na certificação ISO 9001:2008. Uma conquista valiosa para a empre- sa. No início de março de 2017, o principal cliente, confiante no trabalho que vinham desenvolvendo, apresentou uma proposta de nacionalizar um item, que até o momento era importando. Ca- roline e Carlos aceitaram o desafio e entregaram o primeiro lote, que passou a fazer parte dos itens contínuos usinados, fornecidos ao cliente. Planos para o futuro A CCV vem ampliando o seu atendimento, inserida nos mercados agrícola, ferramentas motorizadas portáteis, mineração, papel e celulose, automação pneumática, florestal, construção civil e ener- gia. Dispostos a alavancar ainda mais a área Comercial, investiram em ferramentas de marketing digital e assinaram um contrato com o SEBRAE, em parceria com SINDIMETAL RS, para participar do projeto P+M, onde a meta é desenvolver os gestores para am- pliar negócios nos mercados atuantes. Entre os pontos fortes estão as experiências, atendendo diversos segmentos; a diversidade de produtos, que vai de 5 gramas até 3 toneladas, incluindo o fornecimento para clientes de grande porte; a confiabilidade técnica, na prestação de serviços de ma- nutenção de máquinas; além de flexibilidade de atendimento e customização para solução dos problemas. Atentos ao meio ambiente, ambos têm consciência da importân- cia de conduzir as atividades de forma sustentável, reconhecen- do os requisitos legais aplicáveis ao seu processo, promovendo ações internas eficazes. Sendo assim, monitoram os aspectos ambientais relacionados às atividades operacionais de usinagem, relativos aos resíduos de produção (cavaco metálico e efluente de usinagem). Localizada em São Leopoldo, no bairro Feitoria, até o final do ano, estarão vivendo um novo momento na empresa, quando haverá a mudança para outro prédio, numa área de 580m², que possibilita- rá a contratação de mais funcionários e o investimento em novas ações. Segundo Carlos, “a experiência que tivemos ao participar do Grupo Desenvolvimento de Lideranças, desenvolvido pelo SINDIMETAL RS, foi um diferencial na carreira e na história da CCV, pois qualificou a gestão”. Atentos ao mercado participam de Rodadas de Negócios, pois acreditam que estão tecnicamente preparados para tender as di- ferentes demandas. “Estamos sempre prospectando novos clien- tes e reativando a carteira já existente, investindo numa relação de confiança e credibilidade”, salienta Caroline. “No futuro, dese- jamos implantar um plano de carreira, com salário variável, mas que valorize os talentos da empresa”, afirma. “Temos uma equipe multifuncional; equilibrada; formada por diferentes gerações, que resultam numa forte parceria”. Inspirados a investirem num novo parque fabril, os diretores Caro- line e Carlos reconhecem que vencer num mercado competitivo é um desafio diário. Entre os planos para o futuro,“sonhamos em ter um produto próprio, algo que auxilie e contribua para um mundo melhor, com mais sustentabilidade”. Que o sucesso esteja presen- te sempre, trazendo muitas realizações para toda a equipe CCV.

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