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Edição n. 64 do CH Noticias - Outubro/2020

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Edição n. 64 do CH Noticias - Outubro/2020

  1. 1. Recife, Outubro de 2020 - Ano V - nº 64 CH Notícias Recife, Outubro de 2020 - Ano V - nº 64 CH Notícias Meus queridos amigos e irmãos, ainda estamos sob o signo da pandemia do COVID-19 que, em parte, vem paralisando as nossas atividades espíritas, mas daí a importância desses recursos virtuais, como este que é o nosso jornal mensal. Este mês de outubro é tão importante para o nosso querido Movimento Espírita: Mês de Kardec e Mês de Francisco! Então o nosso CH Notícias não poderia jamais esquecer tamanhas efemérides, do nascimento de um e desencarne de outro: O Codificador e O Poverello! Fica aqui a nossa gratidão imorredoura para com aquele que, genialmente, elevou o patamar da fé humana na Terra para o nível da Fé Raciocinada e Raciocinante: O querido Prof. Rivail, o nosso amado Allan Kardec! Mas também a nossa gratidão para com aquele que trouxe à Terra a lição revolucionária da Humildade, da Simplicidade e do Amor Holístico abrangendo o homem e a mãe natureza: O querido Pai Francisco, o nosso amado Poverello de Deus! Viva Kardec! Viva Francisco! Viva Jesus! Um Beijo N’alma! Bruno Tavares Meus queridos amigos e irmãos, ainda estamos sob o signo da pandemia do COVID-19 que, em parte, vem paralisando as nossas atividades espíritas, mas daí a importância desses recursos virtuais, como este que é o nosso jornal mensal. Este mês de outubro é tão importante para o nosso querido Movimento Espírita: Mês de Kardec e Mês de Francisco! Então o nosso CH Notícias não poderia jamais esquecer tamanhas efemérides, do nascimento de um e desencarne de outro: O Codificador e O Poverello! Fica aqui a nossa gratidão imorredoura para com aquele que, genialmente, elevou o patamar da fé humana na Terra para o nível da Fé Raciocinada e Raciocinante: O querido Prof. Rivail, o nosso amado Allan Kardec! Mas também a nossa gratidão para com aquele que trouxe à Terra a lição revolucionária da Humildade, da Simplicidade e do Amor Holístico abrangendo o homem e a mãe natureza: O querido Pai Francisco, o nosso amado Poverello de Deus! Viva Kardec! Viva Francisco! Viva Jesus! Um Beijo N’alma! Bruno Tavares Leia todas as edições do CH Notícias no Blog: blogchnoticias.blogspot.com.br União Quando qualquer ideia de dissenção e revolta contra alguém te assome à cabeça, contempla o Céu que envolve toda a Terra e reflete no Amor Infinito de Deus que reúne o perfume das flores com a radiação, irradiação das estrelas e deixa que o teu ânimo se enterneça ao reconhecer que todos somos irmãos. Meimei, no livro Palavras do Coração psicografado por Francisco Cândido Xavier Mensagem de uma Criança Dizem que sou o futuro; Não me desampare no presente. Dizem que sou a paz; Não me preparem para a guerra. Dizem que sou a promessa de Deus e do bem; Não me entreguem ao mal. Dizem que sou a luz de seus olhos; Não me deixem mergulhar na escuridão. De vocês não espero o pão apenas; Dêem-me a luz do entendimen- to.... Não quero de vocês o carinho somente; Suplico que me eduquem... A vocês não lhes peço apenas brinquedos, peço-lhes boas palavras e bons exemplos... Não vejam em mim um enfeite na casa de vocês; sou alguém, pessoa humana à imagem de Deus. Ensinem-me a oração, o trabalho, a humildade, para que eu venha a ser bom, puro, forte e justo. Corrijam-me agora, ainda que eu sou sofra... Enquanto é tempo.. Amanhã poderá ser tarde... Ajudem-me hoje, eu lhes suplico: para que amanhã eu não Meimei, psicografia de Chico Xavier Pág 01 Pág 01 Pág 02 Pág 03 Pág 05 Pág 06 Pág 07 Pág 08 Pág 09
  2. 2. A pureza do coração “Mas o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a grandeza da sua estatura, porque eu o rejeitei; porque o Senhor não vê como vê o homem, pois o homem olha para o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração” (Samuel 16:7). Entre os antigos egípcios, o coração simbolizava a dimensão moral e espiritual que, aliás, se complementam, sendo identifi- cado como órgão único da vida material e também como centro da vida espiritual. É do coração que jorra a fonte cristalina da vida, segundo um texto gravado em uma pirâmide do Alto Império. Por isso que no ritual de mumificação dos mortos era o único órgão preservado e, depois, recolocado no corpo. Como centro da vida moral, as ações humanas nascem do coração e lá também se depositam para o bem, ou para o mal. Tanto que o nosso coração necessita ser purificado através das boas emoções pautadas no amor e na caridade cristã, como vemos nos Salmos: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito estável” (51:10). Os egípcios diziam que a mente/alma (BA) era uma entidade invisível e imortal que seria julgada após a morte do corpo pelos seus atos durante a vida. O coração, órgão que servia de sede para a alma, era capaz de recordar tudo o que foi feito enquanto vivo. Na morte, o coração seria pesado contra uma pluma e conforme seu peso a pessoa seria julgada culpada ou inocente. Du- rante a cerimônia da pesagem do coração era decidido se o sujeito seria mandado para o paraíso ou serviria de alimento para a figura mitológica parecida com um crocodilo chamado de Devorador. Para os antigos semitas, o coração não é somente o órgão indispensável para a vida do corpo: ele é o centro de toda vida psicológica e moral, da vida interior. Sendo o foco das faculdades espirituais e da vida moral, o coração é sede da sabedoria, da memória, da vontade, das disposi- ções da alma, das paixões e sentimentos, dos desejos, da consciência. No sentido transcendental e religioso, é pelo coração que o homem forma e constitui o reino celestial, ligando-se ao Criador e com todo o universo, fazendo morada dos nobres sentimentos. Toda a mensagem do Cristo se resume no amor e o coração é o símbolo máximo do Cristianismo. Os nossos corações podem encontrar paz em saber que tudo está sob o controle do Criador, diz o apostolo amado João Evangelista: “Nisto conheceremos que somos da verdade, e diante dele tranquilizaremos o nosso coração; porque se o coração nos condena, maior é Deus do que o nosso coração, e conhece todas as coisas” (3:19-20). Já os gregos antigos, por meio de textos como os de Homero, Hesíodo e Ésquilo, observando o cardiocêntrica, em que o termo kardia coloca o universo expressando o movimento e ação em constante transformação e evolução, identificam o indivíduo na sua integralidade. Aristóteles (384-322 a.C.) afirmava que o coração era o órgão do pensamento, das percepções e do sentimento, enquanto o cérebro seria importante para a manutenção da temperatura corporal, agindo como um agente refrigerador. Segundo ele, os nutrientes subiriam pelos vasos sanguíneos e, uma parte deles, uma espécie de refugo, seria resfriada no cérebro, transforman- do-se em líquido, de uma forma semelhante à que ocorre com a água na natureza, quando se forma a chuva. Ao contrário, o filósofo Platão dizia que a alma se encontrava no cérebro. Platão colocava que é pelo cérebro que se experimenta de maneira sensível a ação de pensar, atividade superior por excelên- cia e definidora da essência humana, enquanto ser racional. Já o coração, Platão dizia que é a “alma sensitiva” ou “emocional”, o princípio dos sentimentos e paixões como a cólera ou a coragem. Tal noção significou um divisor de águas na história das con- cepções sobre o coração humano. Allan Kardec, na obra “O Livro dos Espíritos”, na questão 146, pergunta: A alma tem, no corpo, uma sede determinada e cir- cunscrita? Resposta: Não. Mas ela se situa mais particularmente na cabeça, entre os grandes gênios e todos aqueles que usam bastante o pensamento, e no coração dos que sentem bastante, dedicando todas as suas ações à humanidade. Tanto Platão como Aristóteles tinham razão, a alma se encontra mais particularmente nos órgãos que servem para as mani- festações intelectuais e morais, contribuindo assim para o progresso da humanidade, repartindo seus talentos para o bem-estar do próximo. A verdade é que a evolução só ocorre com a dedicação da caridade de todo nosso coração. O apóstolo Paulo diz: “Mas graças a Deus que, embora tendo sido servos do pecado, obedecestes de coração à forma de doutrina a que fostes entregues” (Romanos 6:17). Ainda acrescenta: “Mas, como está escrito: As coisas que olhos não viram, nem ouvidos ouviram, nem penetraram o cora- ção do homem, são as que Deus preparou para os que o amam” (Coríntios, 2:9). Santo Agostinho, em suas reflexões filosóficas e teológicas, diz que o coração tende a ser compreendido em um sentido metafó- rico enquanto imagem de alma ou espírito, na esfera mais existencial e mística de sua obra, particularmente em suas Confissões, o termo coração aparece com insistente frequência, significando a intimidade mais profunda da pessoa, a palavra “pela qual se define a individualidade de nosso ser”. Tanto que ele diz: “Com o coração se pede. Com o coração se procura. Com o coração se bate e é com o coração que a porta se abre”. O coração renovado é um ser reformado, regenerado e transformado; não nos referimos ao órgão do corpo humano, mas sim à alma, sede das emoções, dos sentimentos, pensamentos e vontade. Um coração sem culpa, trauma, dor, ressentimento, mágoa e tristeza. Os Upanishades, escrituras hindus, dizem que: “Quando o uso dos sentimentos é purificado, o coração se purifica. Quando o coração é purificado, existe uma constante lembrança do Eu superior. Quando existe uma constante lembrança do Eu superior todos os vínculos são desfeitos e a liberdade espiritual é alcan-
  3. 3. çada”. O hinduísmo ainda diz que: “Dentro da cidade de Brahman, que é o corpo, existe o coração, e dentro do coração existe uma pequena casa. Essa casa é como um lótus. Dentro dela mora aquilo que deve ser procurado, investigado e percebido”. Em “O Evangelho segundo o Espiritismo”, no capítulo VIII, item 7, temos que: “a pureza de coração e a pureza de pensamentos caminham juntas. Só é puro de coração quem é puro de pensamentos. Se o pensamento é torpe, o coração não pode ser puro. Significa dizer que a pureza, reflexo de um sentimento acrisolado, teve seu nascedouro no pensamento puro”. Por isso diz Jesus em seu Evangelho: “Bem-aventurados os puros de coração, pois verão a Deus” (Mateus 5:8); a palavra “puro” na língua grega tem a mesma raiz da palavra “catarse”. Quando entramos num processo de catarse, passamos por uma experiência bela e profunda, num mecanismo de autoanálise, como se fizéssemos uma faxina, limpando e removendo qualquer impureza e toda sujeira mental impregnada nas entranhas da alma. Para termos um coração puro, um coração purificado pela reforma que regenera nosso modo de vida, mais do que um corpo puro, Jesus exi- ge um coração puro, uma mente pura, liberta das escravidões. Por isso ele dizia: “Não é aquilo que entra pela boca que mancha o homem, mas aquilo que sai dele... Porque é do coração que provêm os maus pensamentos, os homicídios, os adultérios, as impurezas, os furtos, os falsos testemunhos, as calúnias” (Mateus 15,10: 19). Os puros de coração agem por amor, pelas virtudes nobres, verão a Deus porque reconheceram suas leis, ou seja, receberão o dom da Inteligência, ou melhor, da sabedoria divina. O coração para muitas correntes espiritualistas é tido como o centro da personalidade, sendo a sede dos afetos, das emoções e da boa vontade, criando o homem na sua totalidade. Jesus dizia que a pureza através da mansidão deveria fazer parte da rota que guia nossas vidas, começando em cada pequena atitude, como em nossos pensamentos, emoções, motivações, desejos e vontade. Do coração também procedem todas as nossas dificuldades; o Mestre dizia: “Porque do coração procedem maus desígnios, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias” (Mateus 15:19). O meio ambiente pode nos influenciar, quando a nossa alma é tendenciosa. Procedem também do coração todas as belezas, a justiça, a misericórdia, o amor e a caridade; o coração é fonte da nobreza altruísta, é luz que ilumina o desânimo, a descrença, a discórdia, a revolta e a frustração. O homem deve guardar em seu coração a pureza, a mansidão, a humildade, cultivando a prece e vigiando seu comportamento perante o próximo. O rei Davi orou: “Que as palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença”. Às vezes vemos a prática de alguns comportamentos que parecem ser puros, mas no fundo esta pureza exterior pode ser apenas aparente, mascarando nossas verdadeiras intenções, mas Deus não vê a aparência, e sim o coração. Jesus condenou a hipocrisia dos fariseus que man- tinham uma santidade exterior, mas eram impuros por dentro. Limpavam o exterior do copo, mas havia sujeira dentro. Eram como sepulcros caiados (Mateus 23:25, 27). Os fariseus eram bons apenas na aparência. Por isso Jesus disse: “Se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no Reino dos céus” (Mateus 5:20). O coração é morada do Criador, dele procede o maior espetáculo da vida, chamado amor. O corpo é o templo do espírito, o coração é o palco sagrado da caridade. “Deus habita com o abatido e contrito de coração” (Isaías 57:15). “O coração puro é o paraíso de Deus, onde ele se deleita em habitar” (Efésios 3:17). Artigo publicado por EDUARDO AUGUSTO LOURENÇO no Consolador de 04.10.2009 - www.oconsolador.com.br MEIMEI Irma de Castro Rocha, conhecida como Meimei por meio de psicografias, foi um espírito que se manifestava mediante as cartas psicografadas por Chico Xavier. Ela deixou grandes lições de benevolência com o próximo e sua história foi contada em diversas obras mediúnicas. São elas: “Pai Nosso”, “Amizade”, “Palavras do Coração”, “Cartilha do Bem”, “Evangelho em Casa”, “Deus Aguarda” e “Mãe”. Irma de Castro Rocha, não foi espírita na última reencarnação, na acepção da palavra, pois fora criada na Religião Católica, mas o era pela prática de alguns princípios da Doutrina Codificada por Allan Kardec, tais como caridade, benevolência, mediunidade, apesar de empírica, além de uma conduta moral ilibada. Nasceu na cidade de Mateus Leme, Minas Gerais, a 22 de outubro de 1922. Filha de Adolfo Castro e Mariana Castro, teve quatro irmãos: Carmem, Ruth, Danilo e Alaíde. Aos dois anos de idade sua família transferiu-se para Itaúna – MG. Aos cinco anos ficou órfã de pai. Desde cedo sobressaiu-se dos demais irmãos por ser uma criança diferente, de beleza e inteligência notáveis. Cursou até o segundo ano normal, sendo destacada aluna. A infância de Irma de Castro foi a de uma criança pobre. Seu pai era Agente da Estação Central. Irma era extremamente modesta e de espírito elevado. Pura e simples. Adorava crianças e tinha um forte desejo: o de ser mãe, não concretizado, não só porque o casamento, aos 22 anos de idade, durou apenas dois anos, pois faleceu aos 24 anos, como pelo agravamento da moléstia de que era portadora: nefrite crônica, acompa- nhada de pressão alta e necrose nos rins. Irma de Castro, na flor dos 17 anos, se tornou uma morena clara, alta, 1,70m, cabelos pretos, ondulados e compridos, olhos grandes e ne- gros, expressivos, vivazes. Nessa época se tornou grande amiga de Arnaldo Rocha, aquele que viria a ser o seu esposo. Casaram-se na igreja de São José, matriz de Belo Horizonte, quando Irma tinha 22 anos. Meimei era uma forma carinhosa de tratamento que apenas o casal conhecia, e que fora por eles adotada após Arnaldo ter lido um conto chamado “Um momento em Pequim”. A expressão meimei significa “amor puro” em chinês. Era um segredo do casal. Ninguém sabia do cari- nhoso tratamento. Apesar do pouco tempo de casados, 2 anos, o casal foi muito feliz. Era um encontro de almas!. Chico Xavier, explicara que Meimei, vinha auxiliando o Espírito de Arnaldo Rocha na caminhada evolutiva à muitos séculos, por isso a sua acuidade em adocicar os momentos mais difíceis e alegrar ainda mais os instantes de ventura. Meimei tinha a mediunidade clarividente, conversava com os espíritos e relembrava cenas do passado. Era comum ver Meimei, por exemplo, lendo um livro e de repente ficar com o olhar perdido no tempo; nesses instantes, Arnaldo olhava de soslaio e pensava “está delirando”. Algumas vezes ela afirmava: “Naldinho vejo cenas e nós estamos dentro delas, aconteceu em determinada época na cidade…”. Arnaldo não sabendo
  4. 4. como lidar com esses assuntos, cortava o diálogo afirmando: deixa isso para o lado, pois quem morre deixa de existir. Devido à hipertensão, passou a apresentar complicações oculares, perdendo progressivamente a visão e tendo que ficar dia e noite em um quarto escuro, sendo que nos dois últimos dias de vida já estava completamente cega. Durante os últimos dias de vida, o sofrimento aumentou. Segundo Arnaldo Rocha, seu marido, Meimei viveu esse período com muita resignação, humildade e paciência. Os momentos finais foram muito dolorosos. Seus pulmões não resistiram, apresentando um processo de edema agudo, fazendo com que ela emitisse sangue pela boca. Seus últimos trinta minutos de vida foram de desespero e aflição. Mas, no final deste quadro, com o encerramento da vida física, seu corpo voltou a apresentar a expressão de calma que sempre a caracterizou. Meimei desencarnou na cidade de Belo Horizonte/MG em 1º de outubro de 1946. Aproximadamente 50 dias após a desencarnação da esposa, Arnaldo Rocha, profundamente abatido, acompanhado de seu irmão Orlando, que era espírita, descia a Av. Santos Dumont, em Belo Horizonte, quan- do avistou o médium Chico Xavier. Arnaldo não era espírita e nunca privara da companhia do médium até aquele momento. Quase dez anos atrás haviam-no apresentado a ele, muito rapidamente. Ele devia ter pouco mais de doze anos. O que aconteceu ali, naquele momento, mudou completamente sua vida. E é ele mesmo quem narra o ocorrido: “Chico olhou-me e disse: “Ora gente, é o nosso Arnaldo, está triste, magro, cheio de saudades da querida Meimei”... Afagando-me, com a ternura que lhe é própria, foi-me dizendo: “Deixe-me ver, meu filho, o retrato de nossa Meimei que você guarda na carteira.” E, dessa forma, após olhar a foto que Arnaldo lhe apresentara, Chico lhe disse: “- Nossa querida princesa Meimei quer muito lhe falar!” E, naquela noite, em uma reunião realizada em casa de amigos espíritas de Belo Horizonte, Meimei deixou sua primeira mensagem psicografada. E, com o passar dos anos, Chico foi revelando aos amigos mais chega- dos que Meimei era a mesma Blandina, citada por André Luiz na obra “Entre a Terra e o Céu” (capítulos 9 e 10), que morava na cidade espiritual “Nosso Lar”; disse, também, que ela é a mesma Blandina, filha de Taciano e Helena, que Emmanuel descreve no romance “Ave Cristo”, e que viveu no terceiro século depois de Jesus, e já naquela época buscava orientar as crianças e jovens com as palavras do Cristo. Deve ser registrado, também, a materialização de Meimei, conforme conta seu marido: “Uma noite, sentimos um delicioso perfume. Intimamente, achei que era o mesmo que Meimei costumava usar. Surpreendi-me quando percebi que o corredor ia se iluminando aos poucos, como se alguém caminhasse por ele portando uma lanterna. Subitamente, a luminosidade extinguiu-se. Momentos depois, a sala iluminou-se novamente. No centro dela, havia como que uma estátua luminescente. Um véu cobria-lhe o rosto. Ergueu ambos os braços e, elegantemente, etereamente, o retirou, passando as mãos pela cabeça, fazendo cair uma cascata de lindos cabelos pretos, até a cintura. Era Meimei. Olhou-me, cumprimentou-me e dirigiu-se até onde eu estava sentado. Sua roupagem era de um tecido leve e transparente. Estava linda e donairosa! Levantei-me para abraçá-la e senti o bater de seu coração espiritual. Beijamo-nos fraternalmente e ela acariciou o meu rosto e brincou com minhas orelhas, como não podia deixar de ser. Ao elogiar sua beleza, a fragrância que emanava, a elegância dos trajes, em sua tênue feminilidade, disse-me: - “Ora, meu Meimei, aqui também nos preocupamos com a apresentação pessoal! A ajuda aos nossos semelhantes, o trabalho fraterno fazem-nos mais belos e, afinal de contas, eu sou uma mulher! Preparei-me para você, seu moço! Não iria gostar de uma Meimei feia!” Depois de muitos anos veio a confirmação através da mediunidade Chico Xavier. Arnaldo recebe do médium amigo, em pri- meira mão, o livro Entre a Terra e o Céu, ditado por André Luiz, no qual encontra uma trabalhadora do Mundo Espiritual, especi- ficamente vivendo no Lar da Benção, junto com sua Vovó Mariana, cuidando de crianças. Em determinado trecho Blandina revela um pouco da sua vida na terra, Junto ao consorte amado. Não temos palavras para expressar nossa ternura e respeito ao Espírito de Meimei, que por mais de 6 décadas, tem inspirado os espíritas, para seguirmos o Caminho, e a Verdade e a Vida eterna. Finalizaremos este singelo preito de gratidão a Irma de Castro Rocha, a doce Meimei das criancinhas, com o pensamento do Benfeitor Emmanuel, que sintetiza a gratidão dos trabalhadores do Espiritismo Evangélico em todo o Brasil, a esta poetisa do bem: “As criações de Meimei, em torno das mais variadas experiências humanas, sempre nos suscitam a idéia de que a nossa querida irmã, simbolicamente, possui o coração em forma de harpas, em cujas cordas ela compõe formosas e sábias lições, reais melodias em prosa nas quais somos impulsionados para as Esferas Superiores da Vida.” Pesquisa realizada por Ana Paula Macedo Fontes: www.uemmg.org.br www.oconsolador.com.br
  5. 5. AS ROSAS DO INFINITO Em deslumbrante paisagem da Esfera superior, diversos mensageiros se congregavam em curioso certame. Procediam de lugares diversos e traziam flores para importante aferição de mérito. Na praça enorme, pavimentada de substância semelhante ao jade, colunas multicores exibiam guirlandas de soberana beleza. Rosas de todos os feitios e cravos soberbos, gerânios e glicínias, lírios e açucenas, miosótis e crisântemos exaltavam a Sabedoria do Criador em festa espetacular de cores e perfumes. Envergando túnicas resplendentes, servidores espirituais iam a vinham, à espera dos juízes angéli- cos. A exposição singular destinava-se à verificação da existência de luz divina, nos múltiplos exempla- res que aí se alinhavam, salientando-se que os espécimes com maior teor de claridade celeste seriam conduzidos ao Trono do Eterno, como preito de amor e reconhecimento dos trabalhadores do bem. Os julgadores não se fizeram esperados. Quando a expectação geral se mostrava adiantada, três emissários da Majestade Sublime atravessaram as portas de dourada filigrana e, depois das saudações afetuosas, iniciaram o trabalho que lhes competia. Aquele que detinha mais elevada posição hierárquica trazia nas mãos uma toalha de linho translúcido, o único apetrecho que certamente utilizaria na tarefa de análise das preciosidades expostas. Cada ramo era seguido de pequena comissão representativa do serviço espiritual em que fora elucidando. Aproximou-se o primeiro grupo, trazendo uma braçada de rosas, tecidas com as emoções do carinho materno que, lançadas à toalha surpreendente, expediram suaves irradiações em azul indefinível, e os anjos abençoaram o devotamento das mães, que preservam os tesouros de Deus, na posição de heroínas desconhecidas. Logo após, brilhante conjunto de Espíritos jubilosos deitou ao pano singular uma coroa de lírios, formados pelas vibrações de fervor das almas piedosas que se devotam nos templos ao culto da fé. Safirinas emanações cruzaram o espaço e os celestes embai- xadores louvaram os santos misteres de todos os religiosos do mundo. Em seguida, alegre comissão juvenil trouxe a exame delicado ramalhete de açucenas, estruturadas nos sonhos e nas esperanças dos noivos que sabem guardar a Bênção Divina, e raios verdes de brilho intraduzível se projetaram em todas as direções, enquanto os emissários do Todo-Misericordioso entoaram encômicos aos afetos santificantes das almas. Lindas crianças foram portadoras de formosa auréola de jasmins, nascidos da ternura infantil, e que, depostos sobre a toalha miraculosa, emitiram alvíssima luz, semelhante a fios de aurora, incidindo sobre a neve. Depois, pequeno agrupamento de criaturas iluminadas colocou, sob os olhos dos anjos, bela grinalda de cravos rubros, colhidos na renunciação dos sábios e dos heróis, a serviço da Humanidade, que exteriorizaram vermelhas emanações, quais se fossem cons- tituídas de eterizados rubis. E, assim, cada comissão submeteu ao trabalho seletivo as jóias que trazia. O devotamento dos pais, os laços esponsalícios, a dedicação dos filhos, o carinho dos verdadeiros amigos, a devoção de vários matizes ali se achavam magnificamente representados pelas flores cuja essência lhes correspondia. Em derradeiro lugar, compareceu a mais humilde comissão da festa. Quatro almas, revelando características de extrema simplicidade, surgiram com um ramo feio e triste. Eram rosas mirradas, de cor arroxeada, mostrando pontos esbranquiçados a guisa de man- chas, a desabrocharem ao longo de hastes espinhosas e repelentes. Depostas, no entanto, sobre a mágica toalha, inflamaramse de luz solar, a irradiar-se do recinto à imensidão dos Céus. Os três anjos puseramse de joelhos. Inesperada comoção encheu de lágrimas os olhos espantados da enorme as- sembléia. E porque alguns dos presentes chorassem, com interrogações imanifestas, o grande juiz do certame esclareceu, emocionado: - Estas flores são as rosas de amor que raros trabalhadores do bem cultivam nas sombras do infer- no. São glórias do sentimento puro, da fraternidade real, da suprema consagração à virtude, porque somente as almas libertas de todo o egoísmo conseguem servir a Deus, na escória das trevas. Os acúleos que se destacam nas hastes agressivas simbolizam as dificuldades superadas, as pétalas roxas simbolizam o arrependimento e a consolação dos que já se transferiram da desolação para a esperan- ça, e os pontos alvos expressam o pranto mudo e aflitivo dos heróis anônimos que sabem servir sem reclamar... E, entre cânticos de transbordante alegria, as rosas estranhas subiram rutilantes do Paraíso. Ó vós, que lutais no caminho empedrado de cada dia, enxugai as lágrimas e esperai! As flores mais sublimes para o Céu nascem na Terra, onde os companheiros de boa-vontade sabem viver para a vitória do bem, com o suor do trabalho incessante e com as lágrimas silenciosas do próprio sacrifício. Fonte: Contos e Apólogos, item 25 – Psicografia de Chico Xavier – espírito Humberto de Campos Imagem extraída da internet Pesquisa realizada por Mônica Porto
  6. 6. CONSIDERAÇÕES DA BIOÉTICA PERSONALISTA ESPÍRITA SOBRE O ABORTO Nossa abordagem terá como base os preceitos e fundamentos sustentados pela AME Brasil (Associação Médico-Espírita do Brasil) que tem como finalidade o estudo da Doutrina Espírita e de sua fenomenologia, tendo em vista suas relações, integração e aplicação nos campos da filosofia, da religião e da Ciência, em particular da Medicina, procurando fundamentá-la através da criação e realização de estudos e experiências orientadas nessa direção. A Bioética é uma área de estudo interdisciplinar que envolve a Ética e a Biologia, fundamentando os princípios éticos que regem a vida quando essa é colocada em risco pela Medicina ou pelas ciências. A bioética possui vários modelos e dentre eles está o Personalismo Ontologicamente Fundado. Essa linha de pensamento se funda na pessoa humana, ou seja, a pessoa deve ser o critério de avaliação frente a um dilema bioético. Toda pessoa humana é unitotalidade, dotada de uma dignidade. Ela é formada pelas dimensões física, psíquica, social, moral e espiritual. Esse modelo considera que toda vida humana tem início com a fecundação e fim com a morte natural. Esses conceitos são muito bem demonstrados em nossa doutrina, o direito a vida é questão inviolável do ser humano e deve ter uma abrangência desde a sua fecundação, portanto, esse direito também deve ser inviolável para o zigoto e o feto. Dra. Mar- lene Nobre postula que o espírita é contra o aborto por alguns princípios: - a vida é um bem indisponível e outorgado por Deus - a vida tem um planejamento superior - todo espírito tem o direito de passar por reencarnações sucessivas - tem convicção que o zigoto é um sujeito de direito - reconhece o direito do embrião, deficiente ou não - respeita no feto a grandeza do contínuo. - abomina a violência - defende um amplo programa de planejamento familiar. Todos esses postulados, de forma assertiva, foram extraídos da codificação. Allan Kardec na questão 880 de O Livro dos Espí- ritos, interroga as entidades sobre o primeiro de todos os direitos naturais do homem, e a resposta: “O de viver. Por isso é que ninguém tem o de atentar contra a vida de seu semelhante, nem de fazer o que quer que possa comprometer-lhe a existência corporal.” Primeiro princípio hipocrático da medicina, “primum non nocere”, primeiro não agredir. Isso se complementa, o direito a vida e o direito de não ter a vida agredida em sua essência. Princípio tão básico e tão profundo. O aparecimento da vida é o aparecimento do espírito, Deus nos cria simples e ignorantes, e nossas sucessivas passagens na matéria culmina com a existência da vida biológica concebida na fecundação do óvulo pelo espermatozoide. (questão 344 de O Li- vro dos Espíritos - Em que momento a alma se une ao corpo? “A união começa na concepção, mas só é completa por ocasião do nascimento. Desde o instante da concepção, o Espírito designado para habitar certo corpo a este se liga por um laço fluídico, que cada vez mais se vai apertando até ao instante em que a criança vê a luz. O grito que então solta anuncia que ela se conta no número dos vivos e dos servos de Deus.”). Nesse momento a vida, ou melhor, o espírito, habita o corpo. Então atentar a vida é atentar contra o espírito, maculando a obra de Deus. Esse espírito se desenvolve e evolui com as experiências da matéria, fator primordial para o aprimoramento de nossas sen- sações, interromper esse direito é afrontar o planejamento maior, é desviar os planos de evolução. (questão 358 de O Livro dos Espíritos - Constitui crime a provocação do aborto, em qualquer período da gestação? “Há crime sempre que transgredis a lei de Deus. Uma mãe, ou quem quer que seja, cometerá crime sempre que tirar a vida a uma criança antes do seu nascimento, porque impede uma alma de passar pelas provas a que serviria de instrumento o corpo que se estava formando.”). Entende- mos como planejamento maior as sucessivas reencarnações a que somos propelidos, sejam elas planejadas, desejadas ou com- pulsórias (questão 132 de O Livro dos Espíritos - Qual o objetivo da encarnação dos Espíritos? “Deus lhes impõe a encarnação com o fim de fazê-los chegar à perfeição. Para uns, é expiação; para outros, missão. Mas, para alcançarem essa perfeição, têm que sofrer todas as vicissitudes da existência corporal: nisso é que está a expiação. Visa ainda outro fim a encarnação: o de pôr o Espírito em condições de suportar a parte que lhe toca na obra da criação. Para executá-la é que, em cada mundo, toma o Espírito um instrumento em harmonia com a matéria essencial desse mundo, a fim de aí cumprir, daquele ponto de vista, as ordens de Deus. É assim que, concorrendo para a obra geral, ele próprio se adianta.”). Preparado e vindo, o espírito necessita do meio justo para sua evolução, e essa necessidade se aflora na família, detentora e responsável pelo seu desenvolvimento na infância da vida. Arrancar esse direito, também é participar indiretamente do processo evolutivo conjunto a que o espírito será submetido. (questão 779 de O Livro dos Espíritos - A força para progredir, haure-a o homem em si mesmo, ou o progresso é apenas fruto de um ensinamento? “O ho- mem se desenvolve por si mesmo, naturalmente. Mas nem todos progridem simultaneamente e do mesmo modo. Dá-se então que os mais adiantados auxiliam o progresso dos outros, por meio do contato social.”). Nunca se sabe se esse espírito necessita da ajuda dos seus familiares ou ele seria a própria ajuda. E por fim o ato, o aborto só é permitido quando põe em risco a vida da mãe (questão 359 de O Livro dos Espíritos - No caso em que o nascimento da criança puser em perigo a vida da mãe, haverá crime em sacrificar-se a primeira para salvar a segunda? “Preferível é se sacrifique o ser que ainda não existe a sacrificar-se o que já existe.” ), fora isso se constitui crime como prevê a questão 358. Considerando todos esses aspectos, chegamos a conclusão que na ética da vida, a Codificação nos traz o alicerce para cons- truir nosso entendimento sobre a importância da nossa existência terrena, colocando ponto pacífico, desde sua aparição, seu
  7. 7. Fonte: Livro: À Luz da Oração – Francisco Cândido Xavier / Espíritos Diversos Imagens captadas da internet Pesquisa feita por Mônica Porto desenv olvimento até o seu sentido final, nos alertando que a obra de Deus é perfeita e que o homem não deve interferir nos seus desígnos. Guttemberg A. C. Cruz Oração dos meninos Pai Nosso, que estais nos Céus, Na glória da Criação, Ouve esta humilde Oração, Dos pequenos lábios meus. Santificado, senhor, Seja o teu nome Divino, Em minh’alma de menino, Que confia em Teu amor. Venha a nós o Teu reinado, De paz e misericórdia. Que espalha a luz da concórdia, Sobre o mundo atormentado. Que a tua vontade assim, Que não hesita nem erra, Seja feita em toda a Terra. E em todos os Céus sem fim... Dá-nos, hoje, do celeiro, De Tua eterna alegria, O Pão Nosso que sacia, A fome do mundo inteiro. Perdoa, Pai nesta vida, Os erros que praticamos, Assim como perdoamos, Toda ofensa recebida. Não deixes que a tentação, Nos vença a carne mortal, E nem permitas que o mal, Nos domine o coração. Em tua luz que me beija, E em teu reino ilimitado, Que sejas glorificado, Agora e sempre...Assim Seja! (João de Deus) Oração das meninas Papai do Céu que nos dais, Carinho, bondade e amor, Sede louvado, Senhor, Na benção de nossos pais. Agradecemos em prece, Cantando de gratidão, O lar, a saúde, o pão, roupa que nos aquece, O professor que nos guia, A escola, o caminho, a fonte, O sol na paz do horizonte. Nossa luz de cada dia - , o orvalho, o perfume, o vento, As árvores generosas, a chuva, a canção, as rosas, E os astros do firmamento. E vimos agradecer, Também a agulha, a peteca, E a nossa doce boneca, Que nos ensina a viver. Pai Nosso que estais vivente, Na Terra, no Céu, na flor, Guardai-nos em vosso amor, Hoje, agora e eternamente. (Maria Celeste)
  8. 8. Bibliografia do Pentateuco 05 livros fundamentais na Doutrina Espírita Por Allan Kardec Bruno Tavares Expositor Espírita www.blogdobrunotavares.wordpress.com Associação Espírita Casa dos Humildes www.casadoshumildes.com Presidente: Ivaneide Amorim. Vice-Presidente: Iale de Oliveira. Deptº de Divulgação Doutrinária: Bruno Tavares. Deptº de Mediúnico: Amaro Carvalho. Edição: Ana Paula Macedo, Bruno Tavares, Gut- temberg Cruz e Mônica Porto. Projeto Gráfico: Ingrid Cavalcanti. EXPEDIENTE CH Notícias Nº 64 – Circulação mensal Distribuição on-line Recife-PE, 27/Outubro/2020 CONTATO Rua Henrique Machado, nº 110 Casa Forte - Recife/PE (81) 30485922 casadoshumildes.com blogchnoticias.blogspot.com.br chnoticias@yahoo.com.br chnoticias2015@gmail.com Clássico da literatura espírita infantil, esta obra reúne poemas, contos e lendas desti- nados à evangelização da criança a partir das iluminadas palavras do Espírito Meimei, sempre cuidadosa dos ensinamentos do Cristo para a educação espiritual. De forma bela e inteligente, somos apresentados ao significado do perdão, das ten- tações, do amor e do amparo constante de Deus, aprendendo a reconhecer sua bon- dade e misericórdia. Mais que um livro voltado para crianças, apresenta alternativas para a solução de cada problema ou dificuldade do cotidiano, apoiado nas palavras que o Mestre nos ofertou com a sublime oração do Pai Nosso. O Espírito Meimei expõe, em linguagem simples, como convém às crianças, os cami- nhos que podem ser escolhidos: o do bem ou o do mal, de acordo com a liberdade que Deus nos concede. Mostra a utilização das mãos para: fazer o bem, promover a alegria, fazer amigos, ajudar as pessoas, e trabalhar para que o mundo seja um lugar melhor. Boa leitura!
  9. 9. Segunda-feira 19 h 45 min Sala 1 – Curso de Passe Sala 2 – Curso Trabalhadores: ESTEM Sala 3 – Iniciantes Curso de Mediunidade Terça-feira (a cada 15 dias) 19 h 45 min EADE – Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita ESDE – Estudo Sistemático da Doutrina Espírita Quarta-feira 19 h 45 min Sala 1 – Iniciantes Básico do Espiritismo Sala 2 – Curso Trabalhadores: Doutrinação Sala 3 – Iniciantes Curso de Doutrinação Segunda-feira 19 h 45 min Reunião de Consulta espiritual. Terça-feira 20 h Reunião Pública de Estudo de “O Livro dos Espíritos”. Terça-feira 20 h Reunião de Vibrações Espirituais. Quarta-feira 19 h 45 min Reunião Pública de Desobsessão. Quinta-feira (apenas a 1ª do mês) 19 h 45 min Desobsessão dos Trabalhadores da Casa. Sexta-feira 19 h 30 Reunião Pública de Estudos Espíritas: 1ª Sexta do mês: André Luiz; 2ª Sexta: Emmanuel; 3ª sexta: Allan Kardec; 4ª sexta: Bezerra de Menezes. Domingo 16 h Evangelização Infantil e Reunião da Juventude Espírita. Domingo 16 h Reunião Pública de Estudo de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”. ATIVIDADES REQUISITOS DIA/HORA Campanha do Quilo Boa vontade e tolerância. Todos os domingos – 8 h. Evangelização Infanto-Juvenil Habilidades na área de educação e de ativi- dades lúdicas. Boa interação com crianças e jovens. Domingo – 16 h. Passes e vibração Ter feito o curso de passes. Segundas antes das reuniões públicas; Terças, Quartas e Sextas após as reuniões; Domingos antes e depois das reuniões. Recepção e atendimento fraterno Ter feito o curso de passes e ser doutrina- dor. Segunda e Quarta – 19 h; Domingo – 16 h. Assistência a gestantes Querer compartilhar saberes e acolher o próximo. Quarta – 13 h 30 min e Um Domingo no mês. Trabalho mediúnico e doutrinário Ter feito todos os cursos básicos e o de passes. Segunda e Quarta – 19 h 45 min; Domingo – 16 h Instrutor e dirigente de reunião Ter feito os cursos básicos e de passes. Para instrutor, experiência e comunicação. Nos dias de curso e de reunião no auditó- rio. Assistência às vovozinhas da Casa dos Humildes Formação na área da saúde. Para lazer, nenhum requisito. De acordo com a disponibilidade. Biblioteca e Livraria Ser trabalhador da Casa Antes das reuniões públicas. TI e eletroeletrônicos, manutenção Habilidade na área e vontade de aprender. Antes das reuniões públicas. Durante a corrente pandemia, em 2020, as reuniões públicas estarão sendo realizadas online pelo Canal Associação Espírita Casa dos Hu- mildes - no YouTube. Acesse: <https://www.youtube.com/channel/UC00-dTR-57uAcBHFeCpAyRg> SUSPENSAS ATÉ AVALIAÇÃO DE RETORNO PRESENCIAL PELA DIRETORIA DA CH Cursos presenciais suspensos. Aulas ofertadas online para os trabalhadores do centro.

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